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Polícia Militar apreende 10 tabletes de maconha skank e prende homem por tráfico de drogas

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Equipes do Grupo de Apoio (GAP) do 1º Batalhão da Polícia Militar prenderam um homem boliviano, de 34 anos, por tráfico ilícito de drogas, nesta quinta-feira (4.12), em Várzea Grande. Na ação, foram apreendidos 10 tabletes de supermaconha skank, que estavam em uma residência.

Os policiais militares receberam denúncias de populares sobre uma residência que seria ponto de tráfico de drogas, com grande movimentação de usuários de entorpecentes, no bairro Jardim Esmeralda.

Diante da denúncia, a equipe foi até o endereço para averiguações e flagrou dois homens, na frente de uma casa, que tentaram fugir ao perceberem a presença das viaturas policiais. Rapidamente, os militares conseguiram abordar um suspeito, enquanto o outro homem fugiu pulando muro de residências vizinhas.

O suspeito detido informou que era o morador da residência e que teria recebido um carregamento de drogas do homem que fugiu. Ele ainda informou que desconhecia a identidade do criminoso foragido e que os entorpecentes seriam entregues a um terceiro homem, que também não soube informar quem seria.

Os policiais seguiram para buscas no interior do imóvel e encontraram 10 tabletes de supermaconha do tipo skank.

O homem detido recebeu voz de prisão e foi conduzido para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos pertinentes.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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PC mira advogados por falsificar decisão para transferir líder de facção de cadeia federal para PCE

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagra, nesta quarta-feira (28), a Operação Reescrita, para o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão contra três advogados investigados por suspeita de falsificação de documento público, uso de documento falso e integração em organização criminosa.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco),

As buscas são realizadas em quatro endereços na Capital, sendo três delas nas residencias dos investigados e a quarta em um escritório de advocacia. O cumprimento das medidas é acompanhado por representantes da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).

Investigação

As investigações iniciaram após a GCCO/Draco tomar conhecimento de uma suposta decisão judicial que determinava estudos específicos de comportamento que beneficiassem e flexibilizasse a vinda um criminoso, apontado com vice-presidente de uma facção criminosa, preso da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, para a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Mato Grosso, antes do término do prazo de permanência estabelecido em decisão judicial anterior.

Segundo os elementos apurados, em junho de 2025, foi apresentado um pedido judicial para a transferência do preso. Meses depois, em dezembro do mesmo ano, dois dos advogados investigados compareceram ao gabinete de uma unidade judicial em Cuiabá e solicitaram providências relacionadas ao cumprimento de uma suposta decisão, que teria sido proferida em novembro de 2025.

Na ocasião, eles apresentaram uma cópia do documento, posteriormente encaminhada por um dos advogados investigados ao contato institucional do gabinete. Durante a verificação, servidores da unidade judicial constataram que a decisão não havia sido proferida pelo magistrado e não estava registrada no processo.

Também foram identificadas inconsistências no documento, incluindo um código de validação vinculado a outro processo e diferenças em relação aos padrões dos documentos oficiais do sistema eletrônico de execução penal. A análise técnica do arquivo apontou indícios de edição externa.

Os elementos reunidos nas investigações demonstraram que uma das investigadas teria participado da elaboração ou edição do documento, enquanto os outros dois advogados teriam atuado na apresentação e utilização do arquivo perante o Poder Judiciário.

Ordens judiciais

Diante das evidências, foi representado pelos mandados de busca e apreensão contra os investigados com o fim de esclarecer a origem do documento, as circunstâncias de sua produção e circulação e a participação individual dos envolvidos.

As buscas têm como objetivo localizar celulares, computadores, notebooks e outros dispositivos eletrônicos, além de documentos e mídias que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos.

Nome da operação

O nome Reescrita faz referência à suspeita de que uma decisão judicial já existente, relacionada à permanência do preso em penitenciária federal, teria sido utilizada como referência para produzir um novo documento, que teria sido reescrito pelos investigados, atribuindo-lhe outro sentido e simulando uma decisão posterior que autorizaria o recambiamento do custodiado para Mato Grosso.

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