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Polícia Militar frusta rolezinho em Rondonópolis e apreende 30 motocicletas irregulares

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Policiais militares do 5º Batalhão frustraram, na noite desta quinta-feira (25.12), uma ação irregular conhecida como “rolezinho de Natal”, orquestrada por motociclistas, no município de Rondonópolis (220 km de Cuiabá). As equipes apreenderam 30 veículos e aplicaram 84 notificações de trânsito.

Os policiais militares realizavam uma ação integrada de fiscalização, no âmbito da Operação Tolerância Zero, com objetivo de coibir o denominado rolezinho, nas proximidades da Avenida Presidente Médici e do viaduto da BR-364. O evento, organizado de maneira irregular, prevê a condução de veículos em alta velocidade e manobras perigosas nas vias, contrárias às leis de trânsito.

O policiamento tático e ostensivo foi realizado em regiões distintas da cidade, como na área central, do Vila Aurora e da Grande Vila Operária. Nas ações, com aproximação dos policiais e durante as tentativas de abordagens, os suspeitos, por diversas vezes, avançavam contra as equipes, sendo necessários utilização de meios não letais.

Os motociclistas abandonaram os veículos em meio as vias, sendo assim, feita apreensão sem identificação dos condutores. Em uma das ações, um homem foi preso em flagrante por direção perigosa, embriaguez ao volante e não possuir habilitação para dirigir.

Participaram da ação equipes da 17ª Companhia Independente e Grupo de Apoio (GAP). Os veículos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939

Fonte: PM MT – MT

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Saiba quem são os servidores da SES investigados por extorquir colega em mais de R$ 1,1 milhão

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Conteúdo/ODOC – Os servidores Deiwson Ortelhado e Fernanda Leite da Matta, ambos lotados no setor administrativo da Secretaria de Estado de Saúde (SES), são os principais alvos da Operação Laço Oculto, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (21).

Eles são investigados por integrar um suposto esquema de extorsão que teria causado prejuízo superior a R$ 1,1 milhão a uma colega de trabalho.

Segundo a investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), os dois teriam se aproveitado da confiança e da vulnerabilidade emocional da servidora para convencê-la de que ela e seus familiares estavam sendo ameaçados por agiotas, exigindo pagamentos sucessivos para supostamente quitar uma dívida.

O esquema teria começado em 2022, quando Deiwson pediu que a vítima emprestasse sua conta bancária alegando precisar pagar um agiota.

A partir daí, conforme a Polícia Civil, os investigados passaram a sustentar uma falsa narrativa de que a servidora também havia se tornado alvo dos criminosos.

De acordo com a apuração, Fernanda reforçava a versão, afirmando viver a mesma situação e dizendo que intermediava negociações para impedir ataques contra as famílias das duas.

Enquanto isso, novas cobranças eram feitas sob o argumento de que a dívida aumentava constantemente por causa dos juros.

Dominada pelo medo, a vítima realizou diversas transferências entre 2022 e 2025. Para atender às exigências, ela contraiu empréstimos, utilizou limite de cartões de crédito, resgatou recursos da previdência privada e empregou dinheiro reservado para construir a própria casa e garantir o futuro dos filhos.

Ainda segundo a investigação, a servidora também foi convencida a financiar, em seu nome, uma caminhonete destinada ao marido de Fernanda, permanecendo responsável pelo pagamento das parcelas.

O esquema só foi interrompido quando o marido da vítima percebeu o abalo emocional da esposa, descobriu as transferências e impediu que ela continuasse mantendo contato com a investigada. Em seguida, o caso foi denunciado à Polícia Civil.

A quebra do sigilo bancário confirmou que a vítima transferiu R$ 1.132.680 diretamente para a conta de Fernanda.

A análise financeira ainda apontou que parte dos valores foi repassada a outras pessoas ligadas ao grupo investigado.

Os investigadores também identificaram movimentações incompatíveis com a renda dos suspeitos, intensa circulação de dinheiro, milhares de saques em espécie e indícios de ocultação de patrimônio por meio de terceiros, o que pode configurar lavagem de dinheiro.

A Operação

Na manhã desta terça-feira, a Polícia Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em imóveis, uma ordem de busca e apreensão de veículo, cinco mandados de sequestro de bens e três determinações de bloqueio de ativos financeiros. As medidas podem alcançar mais de R$ 3,3 milhões.

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Várzea Grande e têm como alvos servidores da Secretaria de Estado de Saúde, um policial militar e outras pessoas ligadas ao fluxo financeiro identificado durante as investigações.

A SES informou que colaborou com os trabalhos da Polícia Civil. Já a Corregedoria da Polícia Militar acompanha o cumprimento das medidas relacionadas ao policial investigado.

Segundo a Polícia Civil, a Operação Laço Oculto busca recuperar os valores obtidos por meio da suposta extorsão, além de apreender documentos e equipamentos eletrônicos que possam esclarecer a participação de cada investigado e subsidiar a apuração de possíveis crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro.

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