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Polícia Militar prende homem por tentativa de homicídio em Cuiabá

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Policiais militares do 1º Batalhão prenderam um homem, de 39 anos, por tentativa de homicídio, na madrugada desta quinta-feira (26.3), em Cuiabá. O suspeito foi detido em flagrante, momentos após atacar e tentar esfaquear um homem, de 31 anos, no bairro Grande Terceiro.

Por volta de 1h50, a equipe do 1º BPM foi acionada para atender a uma situação em que um homem estava sendo ameaçado dentro de sua própria residência. Os policiais foram ao endereço indicado e encontraram a vítima, que revelou que estava consumindo bebida alcoólica com o suspeito e iniciou uma discussão.

Ainda de acordo com o relato da vítima, a briga começou sem nenhum motivo aparente e o suspeito pegou uma faca de cozinha e tentou atacar seu colega. A vítima também disse que entrou em luta corporal com o agressor e conseguiu desarmá-lo. Na sequência, o suspeito fugiu correndo do local e bateu o rosto no portão do residencial de quitinetes.

Os militares seguiram em diligências ao endereço do suspeito, que foi informado pela vítima, e visualizaram manchas de sangue pelo caminho. O suspeito foi localizado na residência dele e abordado pela PM. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) compareceu ao local e realizou o atendimento do homem.

Em seguida, o suspeito foi encaminhado para uma unidade de pronto atendimento e, após receber atendimento médico, foi conduzido para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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