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Polícia Militar prende irmãs com diplomas falsos de curso de medicina em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu duas irmãs, de 29 e 27 anos, por uso de documento falso, na manhã desta quarta-feira (28.1), em Cuiabá. As suspeitas foram detidas em flagrante ao tentarem dar entrada em uma documentação funcional utilizando diplomas falsos do curso de medicina.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Companhia Palácio foi acionada para se deslocar ao Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso, no Centro Político Administrativo, para verificar a denúncia de um dos funcionários.

No local, o denunciante apresentou as suspeitas e relatou que elas estavam tentando dar entrada ao documento do CRM e que apresentaram documentação que apresentavam inconsistências.

Segundo o funcionário, os diplomas apresentados pelas irmãs continham divergências na logomarca da faculdade e nas assinaturas e uma data de emissão diferente da que constava no sistema da unidade de ensino.

Além disso, em checagem a um banco de dados nacional de colação de grau de medicina, o nome das suspeitas não foram encontrados.

Diante da situação, as duas mulheres foram conduzidas para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e entregues à Polícia Judiciária Civil para demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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MC Mestrão preso por envolvimento com facção é solto neste sábado

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Odanil Gonçalo Nogueira da Costa, conhecido como “MC Mestrão”,  preso no dia 31 de março, suspeito de envolvimento com uma facção criminosa e apologia ao crime em canções, durante a Operação Ruptura CPX, em Cuiabá, ganhou a liberdade neste sábado (11).

Mestrão foi solto no início da tarde e foi recebido do lado de fora do Fórum por parentes e amigos. Com o alvará de soltura na mão, o MC mostrou sorriso no rosto.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito interpretava músicas com referências diretas à organização criminosa e citava nas letras práticas ilícitas como os “salves” e golpes de estelionato.

As investigações também apontaram que o investigado mantinha contato com membros de alto escalão da facção e frequentava locais utilizados como pontos de encontro de integrantes do grupo.

Além disso, a polícia identificou indícios de que ele também prestava apoio logístico aos integrantes, incluindo a disponibilização de locais para ocultação de veículos de origem ilícita.

Mesmo liberado, Mestrão continua sendo investigado e deverá cumprir medidas cautelares para continuar com o benefício de soltura.

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