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Polícia Militar prende mulher por tentativa de homicídio contra o esposo em Ribeirão Cascalheira

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Policiais militares de Ribeirão Cascalheira prenderam uma mulher, de 20 anos, por tentativa de homicídio motivada por violência doméstica contra o esposo, de 19 anos, na madrugada desta terça-feira (15.7). A suspeita desferiu golpes de faca no tórax da vítima.

A equipe policial foi acionada por um funcionário do Hospital Municipal Cristo Rei relatando que um homem deu entrada no atendimento de emergência com uma perfuração no peito. De imediato os militares se deslocaram até o hospital.

No local, os policiais identificaram a vítima. Questionado sobre o ferimento, o homem relatou que estava em sua residência ingerindo bebida alcoólica com a sua esposa e que, em determinado momento saiu para comprar cigarro e, ao voltar, a esposa começou uma discussão.

A vítima ressaltou que a esposa ficou com ciúmes e pegou uma faca de cozinha atingindo o seu tórax. A equipe se deslocou até o endereço da vítima em busca pela suspeita. Ao chegar na residência, os policiais localizaram a mulher que confirmou a agressão.

A suspeita relatou que estava bebendo com o marido desde o começo da noite e confirmou que ele saiu para comprar cigarros e demorou para voltar. Quando o esposo retornou para a residência começaram a discutir e, nesse momento, ela pegou uma faca e o atingiu. A mulher não soube informar onde estava a faca utilizada na agressão.

Diante do flagrante, a suspeita foi encaminhada para a delegacia, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: PM MT – MT

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Mulher de “Gordão”, influenciadora é presa em VG ao desembarcar de viagem a Paris

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A Polícia Civil prendeu, na madrugada desta sexta-feira (31), a influenciadora Katani Bocardi, esposa de Emerson Ferreira Lima, o “Gordão”, investigado por integrar o núcleo financeiro de uma facção criminosa em Mato Grosso. Ela foi detida no Aeroporto Marechal Cândido Rondon, em Várzea Grande, logo após retornar de uma viagem a Paris, na França.

Segundo a investigação, Katani passou a ser monitorada pela Polícia Federal desde o desembarque em São Paulo. A prisão, no entanto, foi realizada somente quando ela chegou a Mato Grosso por equipes da Polícia Civil.

Katani é alvo da Operação Replay, deflagrada na quinta-feira (30) pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco). A ofensiva investiga um esquema de lavagem de dinheiro utilizado para movimentar recursos de uma facção criminosa e cumprir mandados em Mato Grosso, Santa Catarina e Rio de Janeiro.

Marido já havia sido preso

Emerson Ferreira Lima, conhecido como “Gordão”, foi preso na quinta-feira durante a operação. De acordo com o delegado Vitor Hugo Caetano, ele ocupava uma posição estratégica na estrutura financeira da organização e atuava diretamente ao lado de Paulo Witer Paelo Farias, o “W.T.”, apontado como tesoureiro da facção.

As investigações indicam que, mesmo preso na Penitenciária Central do Estado (PCE), W.T. continuava comandando a movimentação financeira da organização criminosa, determinando a compra de bens e a ocultação de patrimônio por meio de celulares usados clandestinamente dentro da unidade prisional.

Além de “Gordão”, também foram presos a advogada e influenciadora Dayane Karol Moreira, o jogador de futebol amador Alex Júnior Santos de Alencar, conhecido como “Soldado”, e o assessor parlamentar Brunno Passos da Silva, o “Brunninho”.

W.T., que já cumpria pena na PCE, teve um novo mandado de prisão preventiva cumprido. Ao todo, a operação resultou em sete prisões — cinco de pessoas que estavam em liberdade e duas de investigados que já se encontravam no sistema prisional.

Esquema financeiro

Segundo a Polícia Civil, cada investigado exercia uma função específica na engrenagem financeira da organização criminosa.

Dayane Karol Moreira é apontada como responsável por regularizar imóveis registrados em nome de terceiros para dar aparência de legalidade ao patrimônio da facção e ocultar os verdadeiros proprietários.

Já Alex Júnior é investigado por atuar como um dos principais operadores de W.T. fora da prisão, enquanto Brunno Passos mantinha contato direto com o tesoureiro e executava determinações relacionadas à movimentação financeira do grupo.

A operação também atingiu o patrimônio da organização. Conforme a Polícia Civil, foram sequestrados cerca de R$ 20 milhões em imóveis e veículos de luxo, incluindo imóveis de alto padrão em Santa Catarina. A Justiça ainda determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 18 milhões em ativos financeiros.

A Operação Replay é um desdobramento das operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. Conforme a investigação, a análise de dados telemáticos revelou que a estrutura financeira da facção continuou ativa mesmo após as operações anteriores e a prisão de W.T.

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