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Polícia Militar prende mulher suspeita de participação em homicídio em Cuiabá

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Policiais militares prenderam uma mulher, de 22 anos, suspeita pelo homicídio de um homem ainda não identificado, na noite desta quinta-feira (30.10), em Cuiabá. A vítima teria sido morta com golpes de madeira na cabeça, após se envolver em uma briga em um bar.

A equipe policial recebeu a informação por meio de um popular sobre um homícidio, em uma residência abandonada, no bairro Nova Esperança 2. Ao chegar no local, os militares flagraram uma mulher em atitude suspeita que, ao ver a viatura, entrou rapidamente para o interior da residência.

A mulher foi abordada e, questionada sobre a denúncia do crime, confirmou à PM que o seu namorado envolveu-se em uma briga, mas negou envolvimento dele no crime. Durante a abordagem, o proprietário do imóvel estava no local e relatou para a equipe que cedeu um dos quartos de forma temporária para o casal.

Durante buscas na residência, os policiais localizaram uma manta com vestígios de sangue e um corpo escondido entre uma parede e o muro do quintal, coberto com folhas de bananeira. A suspeita foi novamente indagada e mudou a versão dos fatos.

Ela informou que a vítima se envolveu em uma briga em um bar com o proprietário do imóvel, que é idoso e cadeirante. Em seguida, o seu namorado, com mais dois comparsas, sequestraram o homem e o levaram para a residência, onde foi agredido na cabeça com golpes de pedaços de madeira. Logo após, esconderam o corpo e os suspeitos fugiram.

Questionado sobre a participação no homicídio, o proprietário do imóvel confirmou ter se envolvido na briga, mas alegou não ter presenciado nenhum tipo de violência na residência, pois permaneceu no bar até a madrugada.

Diante dos fatos, a mulher foi encaminhada para a Central de Flagrantes, para as providências que o caso requer. As forças de segurança continuam pelos demais suspeitos do crime.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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Padrasto é preso em flagrante por agredir enteado de 4 anos e alega ‘correção disciplinar’

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Um homem, suspeito de agredir o enteado de apenas 4 anos de idade, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (29), em ação realizada por policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda. A criança apresentava diversas lesões pelo corpo. O padrasto, de 30 anos, foi autuado pelo crime de lesão corporal no âmbito da violência doméstica e familiar.

As investigações foram iniciadas após a mãe da criança procurar a delegacia e relatar que, na quarta-feira (28), o filho não foi à escola, ficando na companhia do padrasto, que não tinha saído para trabalhar.

A mulher saiu para o trabalho e, quando retornou no horário do almoço, percebeu que o filho apresentava uma queimadura na boca, sendo alegado inicialmente que a criança havia tomado um chá quente enquanto o homem tomava banho. A mãe retornou ao trabalho no período da tarde e encontrou a criança dormindo ao voltar para casa à noite.

Na manhã de quinta-feira, ao dar banho no filho, a mãe percebeu que a criança apresentava diversos hematomas nas nádegas, no rosto e na orelha. Questionada, a vítima revelou que as agressões haviam sido praticadas pelo padrasto, com quem tinha ficado sozinha no dia anterior.

Diante das informações, uma equipe da Polícia Civil deslocou-se até a residência do casal e localizou o investigado. Questionado pelos policiais, o homem admitiu ter aplicado tapas na criança, alegando que o menino seria “arteiro”.

O suspeito foi conduzido à Delegacia de Pontes e Lacerda e autuado em flagrante pelo crime de lesão corporal em contexto de violência doméstica e familiar contra criança, nos termos do Código Penal e da Lei nº 14.344/2022 (Lei Henry Borel).

Histórico

Os policiais também identificaram um registro anterior de violência doméstica envolvendo o suspeito, ocorrido em 2024, no Estado de Mato Grosso do Sul, pelo descumprimento de medida protetiva de urgência em favor de sua ex-companheira.

Diante da gravidade dos fatos, da vulnerabilidade da vítima e do risco de reiteração de condutas violentas, a autoridade policial representou pela conversão do flagrante em prisão preventiva.

Também foram solicitadas medidas protetivas de urgência em favor da criança, encaminhadas ao Poder Judiciário em procedimento próprio, com o objetivo de resguardar sua integridade física e psicológica.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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