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Polícia Militar realiza 40ª edição das Olimpíadas da PM e reúne atletas de todo o Estado

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Começou, nesta segunda-feira (24.11), a 40ª edição das Olimpíadas da Polícia Militar de Mato Grosso, em Cuiabá. A competição reúne atletas de todos os 15 Comandos Regionais do Estado e segue até a próxima sexta-feira (28), com modalidades coletivas e competições de categorias militares.

A cerimônia de abertura aconteceu no pátio do Quartel do Comando-Geral da PM com a presença de todas as delegações participantes. Na solenidade, também houve o acendimento da pira olímpica, realizada pela coronel Grasielle Paes, comandante do 4º Comando Regional, equipe campeã da última edição dos jogos.


Neste ano, nove delegações competem a olimpíada: o Quartel do Comando-Geral (QCG); o 1º Comando Regional (Cuiabá); o 2º Comando Regional (Várzea Grande) e Ciopaer; o 3º, 9º e 15º CRs (Sinop, Alta Floresta e Peixoto de Azevedo); o 4º e 11º CRs (Rondonópolis e Primavera do Leste); o 5º, 10º e 13º CRs (Barra do Garças, Vila Rica e Água Boa); o 6º e 12º CRs (Cáceres e Pontes e Lacerda) e Grupo Especial de Fronteira (Gefron); e Comando de Policiamento Especializado (CPE) e Casa Militar.

Os atletas competem em modalidades individuais e coletivas como o futebol masculino, futsal feminino, vôlei de areia, natação, cabo de guerra, tiro esportivo, abordagens e pega-ladrão. Neste ano, a olimpíada também traz novas modalidades como beach tennis, sinuca, jiu-jitsu, basquete 3×3 e provas de aptidões físicas. Os resultados das categorias militares da 25ª Corrida Homens do Mato, realizada no último domingo (23), também entram no somatório dentro da olimpíada.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, declarou o início da olímpiada e destacou a importância do evento que chega em sua 40ª edição no ano em que a PMMT completa 190 anos.

“A Polícia Militar faz 190 anos e é uma grande honra e satisfação estar com os senhores aqui. As Olimpíadas não representam apenas uma atividade esportiva, como qualquer outra, mas representam uma oportunidade de rever grandes amigos, de realizar uma interação social dentro da instituição, revisitando e criando momentos importantes, descobrindo novos talentos dentro da corporação e a capacidade de superação, através do esporte. Isso estimula o trabalho em equipe, o companheiro, coisas essenciais na nossa rotina como policial militar”, afirmou o comandante-geral.


O secretário de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), coronel Cesar Roveri, também esteve presente na solenidade e parabenizou a competição e ressaltou o momento de celebração entre os militares, em um momento de grandes conquistas para a corporação.

“É uma grande honra e alegria ver todos os amigos reunidos aqui, é um grande momento de consagração da instituição, mas o principal é estar entre amigos e celebrarmos essa Polícia Militar, que está sendo bem cuidada e que em breve teremos mais de 1.200 soldados promovidos e esse é o nosso respeito e obrigação com os senhores e senhoras que todos os dias saem de suas casas para defenderem a população de Mato Grosso”, finalizou o secretário.


Por conta da reforma do Quartel do Comando-Geral, grande parte das competições acontecem no Sindicato dos Trabalhadores do Tribunal de Contas do Estado (Sint Contas), incluindo a cerimônia de encerramento, na noite de sexta-feira (28).

Fonte: PM MT – MT

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Saiba quem são os servidores da SES investigados por extorquir colega em mais de R$ 1,1 milhão

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Conteúdo/ODOC – Os servidores Deiwson Ortelhado e Fernanda Leite da Matta, ambos lotados no setor administrativo da Secretaria de Estado de Saúde (SES), são os principais alvos da Operação Laço Oculto, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (21).

Eles são investigados por integrar um suposto esquema de extorsão que teria causado prejuízo superior a R$ 1,1 milhão a uma colega de trabalho.

Segundo a investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), os dois teriam se aproveitado da confiança e da vulnerabilidade emocional da servidora para convencê-la de que ela e seus familiares estavam sendo ameaçados por agiotas, exigindo pagamentos sucessivos para supostamente quitar uma dívida.

O esquema teria começado em 2022, quando Deiwson pediu que a vítima emprestasse sua conta bancária alegando precisar pagar um agiota.

A partir daí, conforme a Polícia Civil, os investigados passaram a sustentar uma falsa narrativa de que a servidora também havia se tornado alvo dos criminosos.

De acordo com a apuração, Fernanda reforçava a versão, afirmando viver a mesma situação e dizendo que intermediava negociações para impedir ataques contra as famílias das duas.

Enquanto isso, novas cobranças eram feitas sob o argumento de que a dívida aumentava constantemente por causa dos juros.

Dominada pelo medo, a vítima realizou diversas transferências entre 2022 e 2025. Para atender às exigências, ela contraiu empréstimos, utilizou limite de cartões de crédito, resgatou recursos da previdência privada e empregou dinheiro reservado para construir a própria casa e garantir o futuro dos filhos.

Ainda segundo a investigação, a servidora também foi convencida a financiar, em seu nome, uma caminhonete destinada ao marido de Fernanda, permanecendo responsável pelo pagamento das parcelas.

O esquema só foi interrompido quando o marido da vítima percebeu o abalo emocional da esposa, descobriu as transferências e impediu que ela continuasse mantendo contato com a investigada. Em seguida, o caso foi denunciado à Polícia Civil.

A quebra do sigilo bancário confirmou que a vítima transferiu R$ 1.132.680 diretamente para a conta de Fernanda.

A análise financeira ainda apontou que parte dos valores foi repassada a outras pessoas ligadas ao grupo investigado.

Os investigadores também identificaram movimentações incompatíveis com a renda dos suspeitos, intensa circulação de dinheiro, milhares de saques em espécie e indícios de ocultação de patrimônio por meio de terceiros, o que pode configurar lavagem de dinheiro.

A Operação

Na manhã desta terça-feira, a Polícia Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em imóveis, uma ordem de busca e apreensão de veículo, cinco mandados de sequestro de bens e três determinações de bloqueio de ativos financeiros. As medidas podem alcançar mais de R$ 3,3 milhões.

As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá e Várzea Grande e têm como alvos servidores da Secretaria de Estado de Saúde, um policial militar e outras pessoas ligadas ao fluxo financeiro identificado durante as investigações.

A SES informou que colaborou com os trabalhos da Polícia Civil. Já a Corregedoria da Polícia Militar acompanha o cumprimento das medidas relacionadas ao policial investigado.

Segundo a Polícia Civil, a Operação Laço Oculto busca recuperar os valores obtidos por meio da suposta extorsão, além de apreender documentos e equipamentos eletrônicos que possam esclarecer a participação de cada investigado e subsidiar a apuração de possíveis crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro.

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