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Polícias Militar e Civil prendem mulher por tráfico e fecham ponto de venda de drogas em Santa Cruz do Xingu

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Um ponto de venda de drogas localizado no bairro Vila União em Santa Cruz do Xingu foi desarticulado, na noite de domingo (22.2), em operação conjunta realizada pelas equipes da Polícia Civil e Polícia Militar, no município.

Uma mulher, de 27 anos, responsável pelo local foi autuada em flagrante por tráfico de drogas e um homem, de 43 anos foi conduzido por uso de drogas. A ação resultou ainda na apreensão de porções de entorpecentes e diversos apetrechos relacionados ao tráfico.

As equipes policiais realizavam rondas e trabalho de monitoramento no bairro Vila União, para averiguação de locais mapeados previamente como pontos de venda de entorpecentes. Um dos focos era a residência de uma traficante, que teria se deslocado do Distrito de Santo Antônio do Fontoura para atuar com a venda de drogas em Santa Cruz do Xingu.

Durante o monitoramento do local, os policiais flagraram o momento em que um usuário saiu do imóvel, quando fizeram a abordagem. Com ele, foi apreendida uma porção de maconha. Ele confessou ter adquirido com a traficante.

Com base nos indícios apurados, os policiais retornaram ao endereço e foram atendidos pela suspeita. Durante as buscas na residência, apreenderam uma balança de precisão, máquinas de cartão, quantia em dinheiro trocado, porções de pasta base de cocaína e materiais utilizados para embalar a droga. Segundo a corporação, os itens são compatíveis com a prática de tráfico de entorpecentes.

Todo material ilícito foi apreendido e tanto a mulher responsável pelo comércio de drogas, quanto o usuário foram conduzidos à Delegacia de Santa Cruz do Xingu para as providências cabíveis.

Fonte: PM MT – MT

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Líder de facção criminosa namorava missionária e bancou cirurgia plástica

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Conteúdo/ODOC – A missionária Rhavenna Barcelos de Almeida, presa nesta quinta-feira (16) durante a Operação Fariseus, teria recebido uma cirurgia plástica paga por um dos principais líderes do Comando Vermelho de Mato Grosso.

Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, titular da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cuiabá, Rhavenna mantinha um relacionamento com Jonas Souza Gonçalves Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como um dos chefes da facção. Ele está foragido desde 2024, após romper a tornozeleira eletrônica enquanto cumpria medidas cautelares.

As investigações apontam que a missionária e outros integrantes do grupo recebiam benefícios em troca do apoio prestado à organização criminosa.

“Eles ganhavam proteção desses membros da organização criminosa e recebiam favores. Por exemplo, a presa teve uma cirurgia plástica paga por um líder da facção criminosa”, afirmou o delegado.

Além de Rhavenna, seus pais, os pastores Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida, responsáveis por uma igreja evangélica em Cuiabá, foram alvo de mandados de busca e apreensão por suspeita de participação no esquema.

Outro episódio investigado envolve um furto ocorrido na residência da missionária. Conforme a Polícia Civil, após identificar o suspeito, ela teria acionado integrantes da facção para aplicar um “salve”, em vez de registrar boletim de ocorrência.

“Houve uma situação de um crime patrimonial na residência dela. Ela identificou a pessoa e, em vez de procurar a Polícia, como deve fazer qualquer cidadão, buscou ajuda da facção criminosa, e esse salve ocorreu”, relatou Freitas.

Atuação dentro dos presídios

De acordo com a investigação, os suspeitos utilizavam projetos missionários para ingressar em unidades prisionais, onde levavam dinheiro, recados e determinações de líderes da facção presos.

A Polícia Civil afirma ainda que o grupo intermediava a comunicação entre criminosos de Mato Grosso e do Rio de Janeiro, além de ocultar recursos provenientes das atividades ilícitas.

“Os investigados se apresentavam como missionários para entrar nos presídios e levar a palavra aos detentos. No entanto, mantinham relação próxima com líderes da facção criminosa que atua em Mato Grosso, transmitiam recados e também lavavam dinheiro para esses integrantes”, disse o delegado.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam veículos, dinheiro em espécie e camisetas que, segundo a investigação, fazem referência à facção criminosa.

A Polícia também apura a origem do patrimônio de Rhavenna. Segundo Freitas, há indícios de incompatibilidade entre o padrão de vida da investigada e a ausência de atividade econômica que justifique os bens.

“Eles se beneficiam de valores sem exercer atividade laboral. É uma troca de favores. Todo o patrimônio que ela constrói, segundo a investigação, não decorre de trabalho. Ela possui empresas de fachada e faz movimentação de valores em espécie”, afirmou.

“O patrimônio, os veículos e o padrão de vida dela são objetos da investigação, que busca confirmar se foram custeados por integrantes da facção”, completou.

Operação Fariseus

Além da prisão preventiva de Rhavenna, a operação cumpriu mandados de busca e apreensão, determinou a quebra dos sigilos telefônico, telemático e bancário dos investigados e proibiu temporariamente o ingresso deles em unidades prisionais por meio de projetos religiosos.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo de Cuiabá, com base nas investigações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Draco.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção de menor, tortura e lavagem de dinheiro. Segundo a Polícia Civil, a suspeita de lavagem está relacionada ao suposto recebimento de recursos ilícitos e à ocultação da origem dos valores por meio de movimentações financeiras.

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