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MDB aposta em chapa forte e destaca protagonismo feminino para 2026

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Mesmo diante das recentes baixas, o deputado estadual Juca do Guaraná Filho afirmou que o MDB já possui uma chapa competitiva para a disputa das eleições de 2026, especialmente no âmbito estadual.

De acordo com o parlamentar, o partido conta atualmente com cerca de 25 a 26 pré-candidatos a deputado estadual, formando um grupo considerado forte e equilibrado.

“A chapa está muito boa, com bons nomes. Estamos organizados e confiantes no resultado”, destacou.

Juca também enfatizou o papel das mulheres dentro da construção política do MDB, afirmando que o partido tem priorizado candidaturas femininas com real potencial eleitoral, e não apenas para cumprimento de cota.

“São mulheres de voto. Não estamos colocando mulheres apenas para fazer número. São nomes que vêm para somar e disputar de verdade uma vaga na Assembleia”, afirmou.

Entre os exemplos citados, ele mencionou a coronel Vânia e a delegada Edileuza, além de outras lideranças femininas que devem integrar o projeto eleitoral da sigla.

Com esse cenário, o deputado projeta a manutenção da atual bancada do MDB na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Temos condições de eleger quatro deputados estaduais e manter o nosso número”, concluiu.

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Projeto abre crédito orçamentário de R$ 2,3 milhões para órgãos do Poder Judiciário

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O Congresso Nacional analisa projeto (PLN 21/26) que abre crédito especial no Orçamento de 2026 no valor de R$ 2,3 milhões para atender despesas das justiças Eleitoral, e do Distrito Federal e dos Territórios.

Na Justiça Eleitoral, os recursos serão utilizados para compensação financeira entre o Regime Próprio de Previdência Social da União e os regimes próprios de estados e municípios.

Já na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o dinheiro será usado para pagar magistrados com aposentadoria compulsória.

“A aposentadoria compulsória por interesse público possui natureza jurídica de medida disciplinar de afastamento definitivo do cargo de magistrado e, por consequência, não pode ser custeada com recursos de regime próprio de previdência social”, explica a mensagem que acompanha o projeto.

Os recursos serão obtidos por remanejamento de despesas dos órgãos e, por isso, não afetam a meta fiscal para o ano, que é um superávit (receitas superiores a despesas) de R$ 34,3 bilhões.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira

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