Política

Rosário Oeste recebe retroescavadeira e obras de asfaltamento avançam

Publicado em

Política

Foto: Vanderson Ferraz/Assessoria de Gabinete

Como ação de fomento na área da agricultura familiar na Baixada Cuiabana, nesta terça-feira (26), a cidade de Rosário Oeste recebeu mais um maquinário agrícola. Uma retroescavadeira foi entregue pelo deputado Eduardo Botelho (União) ao prefeito da cidade, Mariano Balabam (PSB).

De acordo com o deputado Botelho, a máquina, fruto de indicação, fará diferença nos trabalhos desenvolvidos pelo município. 

“Estamos entregando mais esse maquinário, que foi um pedido para a Secretária de Agricultura Familiar do Estado, que prontamente nos atendeu, quero agradecer ao vice-governador Otaviano Pivetta. Sei que será bem utilizada para benfeitorias à população rosariense”, enfatizou. 

“Essa ação promoverá economia aos cofres públicos, visto que para a locação de um modelo como esse, seria necessário o investimento de cerca de R$ 22 mil mensais. Então será muito bem utilizada nas demandas voltadas à agricultura familiar”, destacou o prefeito Balabam.

Botelho, acompanhado da comitiva de secretários municipais e vereadores, ainda vistoriou as obras de pavimentação asfáltica nos bairros Aeroporto, Santa Isabel e Nossa Senhora Aparecida. 

Investimentos que somam mais de R$ 5,5 milhões, montante proveniente de indicação e de convênio firmado entre a Assembleia Legislativa, por meio do deputado Botelho, governo do estado, através da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) e prefeitura. 

A comitiva também visitou a feira municipal da cidade que atualmente encontra-se com uma infraestrutura sucateada pelo tempo. “Os feirantes anseiam pela construção de um prédio novo para terem mais qualidade no trabalho e atrair também mais clientela”, destacou a vereadora Marta Conceição (União). 

Para a efetivação desse pedido, o deputado Botelho solicitou o projeto de construção civil e arquitetônico do espaço ao chefe do Executivo municipal. 

“Vamos aguardar os projetos para daí, sim, irmos atrás de recursos financeiros. Essa feira é do produtor rural, das famílias da agricultura familiar, precisa ser toda revitalizada, isso é muito importante”, afirmou.

Outras autoridades também participaram dessa agenda, como os vereadores Edinaldo Gigio (PODE) e Flávio Loureiro (PSB); Elton Buffon, secretário municipal de Infraestrutura; Ariane Cristina Ferreira, secretária municipal de Meio Ambiente, Rômulo Rosa de Souza, diretor de Agricultura Familiar e os ex-vereadores, Júnior do Bauxi e Miguelito.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

CCT aprova regras para proteger investidores de ativos virtuais

Publicados

em

A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação e Informática (CCT) aprovou nesta quarta-feira (2) projeto que obriga prestadoras de serviços de ativos virtuais a manter separados os recursos próprios dos valores pertencentes aos clientes. O texto também prevê requisitos prudenciais mínimos de capital para essas empresas e mecanismos de rastreio e identificação de atores e valores envolvidos nas operações. A proposta segue para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

A medida está prevista no substitutivo do senador Carlos Portinho (PL-RJ) ao PL 1.536/2023, do senador Marcos do Val (Avante-ES). O texto reúne as alterações do PL 2.451/2023, também de Marcos do Val e sobre o mesmo assunto. As propostas alteram a Lei 14.478, de 2022, que regulamenta a prestação de serviços de ativos virtuais.

Separação de recursos

Pelo texto aprovado, as prestadoras deverão manter separados os recursos financeiros, ativos virtuais e respectivos lastros de sua titularidade daqueles mantidos por conta e ordem de terceiros. Os recursos dos clientes não poderão responder por obrigações das prestadoras. Segundo o relatório de Carlos Portinho, a segregação patrimonial cria uma barreira para impedir que as empresas usem o capital dos clientes em operações próprias que envolvam risco e alavancagem financeira.

A proposta determina ainda que o órgão regulador federal estabeleça requisitos prudenciais mínimos de capital para o funcionamento das corretoras e plataformas de investimento em ativos digitais. Segundo Portinho, essa exigência “reduzirá as chances de quebra dessas instituições” e, juntamente com a segregação patrimonial, limitará o risco de perdas dos investidores decorrentes de problemas financeiros das prestadoras.

Na justificação do projeto, Marcos do Val cita casos de quebra de empresas do setor, como a FTX, que, segundo o documento, utilizou recursos financeiros de clientes em operações de crédito e acumulou um passivo estimado em US$ 10 bilhões com 1 milhão de credores. O relatório também menciona os casos da BlockFi e da LBLV para justificar a necessidade de separar os recursos dos clientes do patrimônio das empresas.

Prevenção a crimes

O substitutivo estabelece como diretriz a prevenção à lavagem de dinheiro, à ocultação de bens, direitos e valores e o combate à atuação de organizações criminosas, ao financiamento do terrorismo e ao financiamento da proliferação de armas de destruição em massa. O órgão regulador deverá fomentar mecanismos de rastreio e identificação dos atores envolvidos e dos valores investidos na prestação de serviços de ativos virtuais, além do uso de exploradores de bloco e da qualidade das informações registradas no blockchain.

O texto também explicita que as prestadoras de serviços de ativos virtuais poderão oferecer operações com ativos tokenizados e tokens não fungíveis (NFTs), que são representações digitais de ativos reais ou virtuais. Após a análise da CAE, a proposta seguirá para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA