Política

Wellington Fagundes afirma que não foi traído por Bolsonaro e reafirma alinhamento político com o ex-presidente

Publicado em

Política

O senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirmou nesta quinta-feira (23) que segue firme e leal ao ex-presidente Jair Bolsonaro, negando qualquer tipo de rompimento político. A declaração foi dada durante entrevista à imprensa na chegada à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, onde participou de uma audiência pública.

“De forma alguma me sinto traído. Muito pelo contrário. Nosso projeto é trabalhar para aprovar a anistia e ter o presidente Bolsonaro como nosso candidato. Continuamos na mesma linha: eleições sem Bolsonaro não serão democráticas”, afirmou o parlamentar.

Wellington destacou ainda que o PL trabalha no fortalecimento do projeto partidário em Mato Grosso, mas que as definições sobre alianças e candidaturas ocorrerão no momento certo.

“O PL tem que trabalhar o nosso projeto. Todos os filiados têm o direito de opinar e participar. A hora das coligações e definições virá no tempo certo”, disse.

Questionado sobre sua pré-candidatura ao Governo do Estado, o senador afirmou que o diálogo com a direção nacional do partido ainda será aprofundado.

“Vamos conversar com o presidente Valdemar da Costa Neto. Ficou definido que o presidente Bolsonaro tratará das vagas ao Senado, e Valdemar decidirá sobre deputados e governadores”, explicou.

Ao final, Wellington reforçou que sua trajetória política é marcada pela fidelidade, coerência e compromisso com valores conservadores.

“Sempre fui uma pessoa de princípios, com família estruturada e compromisso com o trabalho. A fidelidade é o que guia minha vida pública”, concluiu.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Executivo envia Orçamento de 2027 ao Congresso com mínimo de R$ 1.741

Publicados

em

Salário mínimo de R$ 1.741, inflação de 3,6% e crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2,46%. Esses são alguns pontos da proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027 enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional na tarde desta segunda-feira (31) — último dia do prazo para envio do Orçamento ao Legislativo.

O aumento previsto de R$ 120 no valor do salário mínimo (hoje R$ 1.621) representa uma alta de aproximadamente 7,4% no valor nominal. O índice representa um ganho de 2,3% acima da inflação projetada para este ano.

O documento ainda apresenta as expectativas de arrecadação e a fixação de quanto o governo vai gastar em cada área. Conforme o texto, o Executivo prevê taxa básica de juros (Selic) em 12,53% e câmbio médio de R$ 5,22 para o dólar. Já o superávit primário, que é a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta, deve ficar em R$ 18,6 bilhões, valor que representa pouco mais de 0,1% do PIB.

Tramitação

Pela Constituição, a Lei Orçamentária Anual, que trata do Orçamento, deve ser entregue pelo Poder Executivo até 31 de agosto de cada ano, com a previsão de ser aprovada até dezembro. 

A proposta do Executivo para a Lei Orçamentária Anual de 2027 será examinada inicialmente pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Depois, a matéria será apreciada pelo Congresso Nacional e seguirá para sanção do presidente Lula.

O Congresso ainda precisa votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO – PLN 2/2026). A matéria deveria ter sido votada até o dia 17 de julho. Como não houve a votação, a tendência é que o texto seja analisado agora neste segundo semestre.

Receitas e despesas

A LOA é o documento que estima receitas e fixa as despesas públicas para o ano seguinte. A lei busca garantir que o dinheiro arrecadado dos cidadãos seja aplicado de forma clara, planejada e responsável.

Em outras palavras, determina a verba que será aplicada em áreas cruciais como saúde, educação, segurança, transporte e infraestrutura. Embora a iniciativa seja do Executivo, os parlamentares podem inserir mudanças no texto.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA