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Wellington Fagundes afirma que não foi traído por Bolsonaro e reafirma alinhamento político com o ex-presidente

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O senador Wellington Fagundes (PL-MT) afirmou nesta quinta-feira (23) que segue firme e leal ao ex-presidente Jair Bolsonaro, negando qualquer tipo de rompimento político. A declaração foi dada durante entrevista à imprensa na chegada à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, onde participou de uma audiência pública.

“De forma alguma me sinto traído. Muito pelo contrário. Nosso projeto é trabalhar para aprovar a anistia e ter o presidente Bolsonaro como nosso candidato. Continuamos na mesma linha: eleições sem Bolsonaro não serão democráticas”, afirmou o parlamentar.

Wellington destacou ainda que o PL trabalha no fortalecimento do projeto partidário em Mato Grosso, mas que as definições sobre alianças e candidaturas ocorrerão no momento certo.

“O PL tem que trabalhar o nosso projeto. Todos os filiados têm o direito de opinar e participar. A hora das coligações e definições virá no tempo certo”, disse.

Questionado sobre sua pré-candidatura ao Governo do Estado, o senador afirmou que o diálogo com a direção nacional do partido ainda será aprofundado.

“Vamos conversar com o presidente Valdemar da Costa Neto. Ficou definido que o presidente Bolsonaro tratará das vagas ao Senado, e Valdemar decidirá sobre deputados e governadores”, explicou.

Ao final, Wellington reforçou que sua trajetória política é marcada pela fidelidade, coerência e compromisso com valores conservadores.

“Sempre fui uma pessoa de princípios, com família estruturada e compromisso com o trabalho. A fidelidade é o que guia minha vida pública”, concluiu.

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Comissão aprova apoio para estudantes da agricultura familiar na rede federal

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A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui, entre os objetivos da Política Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes), a criação de ações afirmativas, políticas públicas e programas para estudantes ligados à agricultura familiar, urbana e periurbana.

A proposta busca garantir suporte financeiro e pedagógico a alunos que vivem e trabalham no campo, para que permaneçam e concluam seus estudos. O apoio será destinado aos matriculados na rede federal de ensino médio técnico e superior.

A comissão aprovou a versão da relatora, deputada Lídice da Mata (PSB-BA), ao Projeto de Lei 778/19, do senador Chico Rodrigues (PSB-RR). A deputada propôs incluir a alteração diretamente na Pnaes, em vez de alterar a lei de criação dos Institutos Federais, como previa a proposta original.

A relatora disse ainda que a norma original do Senado era vaga e deixava a definição das ações apenas para regulamentação futura, o que dificultaria a aplicação prática do direito. Para a deputada, a assistência prevista é fundamental para a justiça social no campo.

“A medida proposta é pertinente, pois visa combater os efeitos da hipossuficiência de estudantes do campo”, disse a relatora, ao defender que o Estado deve promover a permanência desses alunos no sistema de ensino.

Próximas etapas
A proposta será agora analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Como foi rejeitada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, perdeu o caráter conclusivo, e precisará passar pela análise do Plenário.

Para virar lei, o mesmo texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Rachel Librelon

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