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Cuiabá retoma obras dos CAPS Verdão e Adolescer nesta terça-feira

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá dará início nesta terça-feira (08) à retomada das obras dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) Verdão e Adolescer, que estavam paralisadas desde a gestão anterior. A iniciativa marca um avanço importante na política de saúde mental do município, que há anos sofre com a falta de investimentos na área.

Na última sexta-feira (04), a secretária adjunta de Atenção Especializada da Secretaria Municipal de Saúde, Susana Gutierrez, acompanhada de sua equipe técnica, realizou uma vistoria nas duas unidades para levantar um relatório técnico sobre as condições das estruturas antes do reinício dos serviços.

“Realizamos um levantamento detalhado para garantir que as obras sejam retomadas com planejamento e qualidade. A reestruturação dessas unidades é essencial para oferecer um atendimento mais acolhedor e eficiente à população. Essa é uma resposta concreta da gestão ao compromisso com a saúde mental”, afirmou Susana Gutierrez.

As obras, que começam oficialmente nesta terça-feira (08), incluem melhorias estruturais e adequações nos espaços físicos dos CAPS, que atendem públicos distintos: o CAPS Verdão é voltado ao atendimento de adultos, enquanto o CAPS Adolescer presta assistência a adolescentes com transtornos mentais e questões relacionadas ao uso de álcool e outras drogas.

A secretária municipal de Saúde, Lucia Helena Barboza Sampaio, destacou que a saúde mental tem sido tratada como uma das prioridades da gestão. “A rede de atenção psicossocial de Cuiabá sofreu muito nos últimos anos devido à falta de investimentos. Estamos reconstruindo essa rede com responsabilidade e compromisso. A retomada dessas obras é um passo fundamental, e outros virão”, disse.

Lucia Helena também anunciou que as obras do CAPS CPA IV já foram iniciadas na parte externa da unidade, enquanto a equipe está em processo de mudança para um novo endereço. Assim que a transferência for concluída, os trabalhos serão estendidos para o interior da unidade.

Com a retomada das obras, a Prefeitura reforça o compromisso com uma rede de saúde mental mais forte, acolhedora e estruturada, garantindo dignidade e cuidado aos cuiabanos que dependem desses serviços.

#PraCegoVer

A imagem mostra a fachada da unidade onde funcionará o CAPS Verdão. O local possui predominância das cores branca e verde.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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