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Brasília: Festival Latinidades promove protagonismo de mulheres negras

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O Festival Latinidades, que neste ano celebra sua 18ª edição, começa nesta quarta-feira (23), com a exposição Alumbramento, na galeria do Museu Nacional. A exposição vai até 24 de agosto, com acesso gratuito.

Confira a programação completa do Festival Latinidades.

Sob curadoria de Nathalia Grilo, a mostra é uma experiência imersiva, concebida especialmente para o Festival Latinidades, e reúne obras de 25 artistas negros, indígenas e dissidentes de diferentes gerações e regiões do país, com ênfase nos territórios historicamente excluídos do circuito hegemônico da arte.

Na quinta-feira (24), o encontro discute durante todo o dia, o tema “Jovens mulheres negras e os desafios do trabalho digno”. A programação inclui atividades culturais, mesas de discussão sobre a política de cuidados, a Lei de Aprendizagem e os impactos das mudanças climáticas no futuro do trabalho.

No dia 25, sexta-feira, acontece a Conferência Livre Distrital de Mulheres do Hip Hop, a partir das 14h. A Conferência é realizada pela Frente Nacional de Mulheres de Hip Hop e pelo Latinidades 2025, e vai discutir as demandas e reivindicações de quem faz cultura no Distrito Federal (DF) e região.

Já às 17h tem uma homenagem ao legado vivo de Lélia Gonzalez, com ações poéticas e políticas, apresentações e roda de conversa. Também na sexta-feira tem a Feira Preta Latinidades, que reforça o compromisso de impulsionar negócios liderados por mulheres negras, unindo estratégia, economia e cultura.

Às 19h de sexta, na área externa do Museu, acontece a Batalha Afrolatina. E no sábado (26) shows com as cantoras Zezé Motta, Karol Conká, Isa Marques, Larissa Luz, Luedji Luna, Nessa Preppy e Duquesa.

Os ingressos podem ser adquiridos gratuitamente pela plataforma Sympla.


Fonte: EBC Cultura

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Coleção de cordel de Liêdo Maranhão ganha mostra em Olinda

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Uma das referências como colecionador da Literatura de Cordel brasileira – Liêdo Maranhão – terá parte de seu acervo disponível ao público a partir deste sábado, em Olinda, Pernambuco. A Casa da Memória Popular abrirá para visitação a exposição  “100 Anos de Liêdo Maranhão – A Política no Universo do Cordel”. 

Cerca de 120 folhetos de cordel da coleção particular de Liêdo estarão expostos na Casa da Memória Popular, espaço cultural fundado pelo próprio cineasta, escritor, pesquisador e colecionador pernambucano. A exposição também é uma homenagem ao centenário de nascimento do cineasta, ocorrido em 2025. Ele faleceu em 2014, no Recife.  

As publicações em cordel presentes na exposição trazem um recorte da política brasileira entre as décadas de 1960 e 1990 pelo olhar dos poetas populares. Por meio das rimas, narrativas e imagens das tradicionais xilogravuras, os cordelistas escrevem sobre fatos históricos, personalidades políticas, questões sociais e as transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos 40 anos do século passado. 

A exposição conta com trabalhos dos cordelistas José Bernardo da Silva, Manoel D’Almeida Filho, J. Borges, Rodolfo Coelho Cavalcante, Heleno Francisco, entre outros.

A mostra deve ficar aberta ao público pelos próximos 45 dias. A visitação acontece de terça a sábado e precisa de agendamento.

Liêdo Maranhão se dedicou, entre outras funções, à pesquisa e preservação da cultura popular, reunindo mais de 25 mil peças relacionadas ao assunto. 


Fonte: EBC Cultura

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