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Festival Reverbere destaca a força da autorrepresentação negra e LGBT+

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São Luís do Maranhão abre espaço para a produção audiovisual de realizadores negros e LGBTQ+ de várias partes do país. É que começa hoje (11) e segue até o próximo dia 15, mais uma edição do Festival Reverbere de Cinema.

As sessões gratuitas de curtas e longas metragens produzidas a partir de 2023, acontecem na sala de cinema do Sesc Deodoro, localizado no Centro da capital maranhense. 

Com o tema “Nossa Imagem Projeta”, destacando a força da autorrepresentação e da diversidade de olhares no cinema brasileiro contemporâneo, o Festival recebeu 248 projetos inscritos, vindos de diversas partes do país. 31 obras de cineastas maranhenses e de outros 6 estados foram selecionadas para exibição.

Toda a programação está disponível no perfil do Instagram @reverbereproducoes

A homenageada desta edição do Festival é a atriz e apresentadora paulista Indira Nascimento. No audiovisual, ela tem atuações em produções que atravessam a questão racial no Brasil, como Malês, do diretor Antônio Pitanga; e Medida Provisória, dirigido por Lázaro Ramos.

Indira também é responsável pela formação de outras artistas negras através da mentoria Entre Atrizes; e realizará master class na próxima quinta-feira dentro desta temática. Ainda na programação, estão previstos bate-papos e votação popular logo após as sessões. 

A premiação será de R$ 1 mil para longas e R$ 500 para curtas, além de troféus.


Fonte: EBC Cultura

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Roxinha Lisboa ganha exposição individual em Salvador

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A artista popular alagoana Maria José Lisboa da Cruz, conhecida como Roxinha Lisboa, será homenageada com uma exposição individual na Caixa Cultural Carlos Gomes, em Salvador, na Bahia.

A abertura da mostra será na noite desta terça-feira e contará com uma visita mediada pela própria artista.

A exposição faz parte do projeto “Meu Brasil Interior” e reúne mais de 60 obras inspiradas em memórias e cenas do cotidiano sertanejo. Os trabalhos aproximam a produção artística de Roxinha Lisboa das experiências que marcaram sua trajetória de vida.

Temas como trabalho, memória, autonomia feminina e transformação social aparecem em espaços expositivos como “O Ateliê Imersivo” e “Cartas para Roxinha”. O trabalho da artista integra o universo da Arte Naif contemporânea brasileira, com cores vibrantes, personagens, festas populares, manifestações religiosas e paisagens marcadas pela memória afetiva.

A mostra ficará aberta à visitação até 22 de novembro.

Dona Roxinha nasceu em 1956, no povoado de Lagoa de Pedra, no sertão de Alagoas, onde vive até hoje. Antes de se dedicar à arte, trabalhou na agricultura e em serviços gerais. Começou a pintar já na maturidade, usando o desenho para matar a saudade dos filhos que haviam saído de casa. O que começou como uma brincadeira acabou se transformando em uma carreira reconhecida.

Autodidata, ela pinta sobre os mais variados suportes: madeira, papel, objetos usados e até paredes.


Fonte: EBC Cultura

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