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Polícia Civil investiga possíveis fraude em documentos de quitação de IPVA em Canarana

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta segunda-feira (1º.9), a Operação Máscara de Papel para investigar possíveis fraudes cometidas em documentos de quitação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) no município de Canarana (a 823 km de Cuiabá). Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão.

As ordens judiciais foram cumpridas no escritório e na residência do suspeito, de 25 anos, que trabalha como despachante veicular e exerce a função de intermediar e agilizar processos junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Conforme o delegado de Canarana, Diogo Jobane, as investigações foram iniciadas no mês de agosto, após uma das vítimas comparecer à delegacia para registrar o boletim de ocorrência.

Ele relatou que procurou o escritório de despachante para dar início ao procedimento de quitação do seu veículo VW Saveiro. O valor negociado foi pago parcelado em cinco vezes no cartão de crédito, e a primeira parcela foi debitada em agosto.

No entanto, ao consultar a documentação do seu veículo junto ao Departamento de Trânsito (Detran), o comunicante constatou o débito e procurou a Polícia Civil para denunciar.

Na ocasião, a vítima apresentou aos policiais civis o documento de Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), que lhe foi entregue pelo despachante investigado, constando como pago o tributo referente a este ano de 2025.

Diante das informações, foi instaurado inquérito para apurar os crimes de falsificação de documento público e estelionato. Após terem conhecimento da investigação, outras pessoas estiveram na manhã desta terça-feira (2) e realizaram novas denúncias.

“A Polícia Civil orienta a população que pagou seus tributos veiculares por intermédio de terceiros ou despachantes a realizar uma consulta junto ao Detran para certificar se a dívida foi realmente quitada”, alertou o delegado de Canarana.

As investigações continuam, visando à conclusão do inquérito policial e ao possível indiciamento de pessoas envolvidas na prática criminosa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operações integradas causam prejuízo de R$ 2,5 bilhões às facções criminosas em pouco mais de sete anos

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As operações integradas do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), unidade do Governo do Estado que atua na região da fronteira com a Bolívia, geraram prejuízo financeiro estimado em R$ 2,5 bilhões às facções criminosas entre janeiro de 2019 e maio deste ano.

Esses valores estão relacionados à apreensão de 118 toneladas de drogas, 77 aeronaves, 2.052 veículos, 414 armas de fogo e  14.400 munições. Nesse período, 2.913 pessoas foram presas, incluindo 159 estrangeiros, por crimes como tráfico, roubo, furto, contrabando, entre outros.

De acordo com dados no Núcleo de Gestão Estratégica para Resultados (Nger/Sesp-MT), nos últimos sete anos, de janeiro de 2019 a janeiro de 2025, o Governo do Estado investiu anualmente  R$ 30 milhões, em média, na aquisição de armamentos, viaturas, obras, sistema de comunicação, modernização operacional e manutenção das atividades do Grupo Especial de Fronteira.

Somente este ano, de janeiro a maio, R$ 17 milhões já foram aplicados para desenvolver ações preventivas e de repressão à violência nos 900 km da área da fronteira (seca e molhada) de Mato Grosso com a Bolívia.   

“A produtividade do Gefron é o resultado de uma política estadual de Segurança Pública que tem priorizado o aparelhamento, a modernização e reforço do efetivo, com nomeação de novos policiais. Também podemos avaliá-la como uma resposta às facções, resposta do empenho de cada policial e do esforço permanente para mantermos ações integrados cada vez mais fortes e efetivas na repressão ao tráfico de drogas e todas as modalidades criminais”, destaca a secretária de Segurança, coronel PM Susane Tamanho.

“No Gefron, e em todas as unidades das polícias Militar e Civil, estamos priorizando o policiamento ostensivo guiado pela inteligência policial, a investigação qualificada e a asfixia financeira das facções. Sabemos que essas apreensões, principalmente de drogas e aeronaves, causam impacto direto na estrutura financeira e operacional das facções”, assinala a secretária.

“Nossos números e valores não são apenas estatísticas, mas resultados de uma decisão do Governo do Estado de fazer esse enfrentamento, travar uma guerra diária aos crimes na área de fronteira”, diz o coordenador do Gefron, tenente coronel PM Airton Feitosa.

De acordo com TC Airton, o Gefron atua sustentado em três pilares: policiais preparados, treinamento com doutrina operacional de fronteira e equipamentos com tecnologia de ponta.

Em Mato Grosso, além do trabalho integrados com as unidades das Polícias Militar e Civil, o Gefron faz operações conjuntas com as polícias Federal e Rodoviárias e com forças de outros estados.

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