Opinião
CRO- MT, no caminho certo
Opinião
Comandar uma instituição como o Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso- CROMT é uma missão que assumi e vejo que ainda há muito a se fazer; estamos sim no caminho certo com todas as ações que desenvolvemos ao longo desta gestão.
Foram eventos educativos, reuniões institucionais com órgãos fundamentais como as secretarias municipais pelo estado, vigilância sanitária, Conselho Federal de Odontologia, Ministério da Saúde e a instalação da Frente Parlamentar de Odontologia, a primeira do país.
Visitamos vários municípios do estado com o projeto ‘CRO na estrada’, levando orientação, atualização e acolhimento de profissionais que atuam no interior de Mato Grosso.
Participamos de eventos científicos, estamos na luta pela valorização dos cirurgiões-dentistas do PL 765/15 que tem como relator, por nossa solicitação, o deputado federal Emanuelzinho(MDB), mato-grossense.
Certa que já percorremos um longo caminho de transformação quanto às ações e ao posicionamento do Conselho, afirmo com toda a certeza que o CRO-MT está no caminho certo e ainda podemos muito mais.
Wânia Christina Figueiredo Dantas – Presidente do Conselho Regional de Odontologia de Mato Grosso (CRO-MT)
Opinião
Para muitas mulheres, ter para onde ir é o começo da liberdade
Por Scheila Pedroso
Quando falamos sobre violência contra a mulher, uma pergunta sempre me inquieta: quantas mulheres querem sair de uma situação de violência, mas simplesmente não têm para onde ir?
Ao longo da minha trajetória na gestão pública, aprendi que os problemas da vida real raramente chegam separados. A falta de moradia, a dependência financeira, a vulnerabilidade social e a violência muitas vezes fazem parte da mesma história.
Por isso, enfrentar a violência contra a mulher exige mais do que dizer a ela que denuncie. É preciso garantir que, depois da denúncia, exista uma rede capaz de acolher, proteger e, principalmente, criar condições para que ela possa reconstruir a própria vida.
Neste Agosto Lilás, essa reflexão precisa ir além das campanhas e chegar às políticas públicas.
Uma mulher precisa se sentir segura para pedir ajuda. Precisa saber onde procurar apoio. Precisa ter condições de trabalhar, sustentar seus filhos e recomeçar. E, muitas vezes, precisa de algo tão básico quanto um lugar seguro para chamar de casa.
Durante muitos anos trabalhando com políticas públicas, aprendi que cuidar das pessoas também significa compreender a realidade que existe por trás de cada problema. Não basta tratar a consequência sem olhar para aquilo que mantém uma mulher presa a uma situação de violência.
Combater a violência também é construir autonomia.
É garantir proteção, oportunidade, renda, moradia e dignidade para que nenhuma mulher precise escolher entre permanecer onde sente medo ou partir sem saber para onde ir.
Agosto é Lilás. Mas esse compromisso precisa existir o ano inteiro.
Scheila Pedroso
Arquiteta, gestora pública e pré-candidata a deputada estadual.
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