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Após resgatar cão ferido, Jean Barros defende ampliação no atendimento da Diretoria de Bem-Estar Animal

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O vereador Jean Barros (PSB) defendeu a ampliação do horário de atendimento da Diretoria de Bem-Estar Animal da Prefeitura de Cuiabá. Em pronunciamento realizado na quinta-feira (11), o parlamentar apontou a necessidade de o órgão realizar os atendimentos também aos finais de semana e relatou o caso de um cachorro resgatado por ele que só sobreviveu porque foi levado para uma clínica veterinária particular.

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Jean contou que recebeu um vídeo de um amigo no último sábado (6) com imagens do animal, um filhote de cachorro, abandonado e bastante machucado na região do Sucuri. “Resolvi ir até o local para tentar localizar o cachorro e o encontrei. O coloquei em uma caixa e segui para a Diretoria de Bem-Estar Animal para que fosse possível fazer o acolhimento do animal”. Perto do cachorro estava um pacote aberto de ração, um frasco de um medicamento e uma garrafa d’água, tudo com etiquetas que mostravam que os produtos deveriam ser administrados ao filhote.

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Ao chegar à diretoria, o vereador constatou que o órgão funciona apenas de segunda à sexta-feira e, naquele momento, estava fechado. “Tentei, então, buscar atendimento por meio do WhatsApp disponível, mas só obtive um retorno na segunda , pela manhã”. Ao constatar a péssima situação do cachorro, Barros optou por levá-lo a uma clínica veterinária privada, arcando com todos os custos.

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Jean explicou que a médica veterinária responsável pelo atendimento constatou fratura exposta em uma das patas e um quadro de infecção, que se alastrava pelo organismo do animal por conta dos ferimentos. “Prontamente optei por arcar com os custos e ele foi atendido de forma muito eficiente pela veterinária, que afirmou que o cachorro, muito provavelmente, morreria em alguns dias se não fosse atendido”.

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Ao receber o retorno da diretoria, Jean foi orientado a levar o cachorro na terça-feira (9) ao Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Lá, após uma primeira verificação, o parlamentar foi orientado a retornar com o cachorro apenas no dia 17. “Felizmente ele está bem melhor, ativo, se alimentando bem e hospedado na minha casa”.

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Barros ressaltou que se o caso do cachorro abandonado na região do Sucuri teve um final feliz, esta não é a regra para muitos animais. “Infelizmente, nem todas as pessoas que encontram gatos e cachorros vítimas de maus-tratos ou com alguma doença possuem condições financeiras para arcar com os custos em uma unidade particular. Por isso, peço que a Prefeitura de Cuiabá, que tem um compromisso com a causa animal, que veja uma forma de ampliar o atendimento, criando equipes de plantão aos finais de semana, para preservarmos também estas vidas”.

No pronunciamento, Jean informou que irá se reunir com a diretora de Bem-Estar Animal para entender as necessidades do órgão e, com o apoio da Câmara Municipal, auxiliar no que for preciso para que o atendimento seja ampliado. “Sei que há um bom trabalho sendo feito, mas acredito que ele pode ser ainda melhor”, finalizou.

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Emeb Abdala José de Almeida encerra Semana dos Migrantes e Refugiados com apresentação de danças e ato ecológico

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A Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Abdala José de Almeida – reuniu nesta sexta-feira (28) as unidades das regiões Leste e Oeste, para o encerramento da 1ª Semana do Imigrante e do Refugiado de Várzea Grande. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Educação Cultura, Esporte e Lazer (Smcel) – por meio do núcleo de programas e projetos – teve por objetivo debater e fortalecer as práticas pedagógicas de acolhimento e valorização da diversidade cultural nas escolas.

A titular da pasta, Maria Fernanda Figueiredo participou do evento e destacou a importância desses movimentos que só as escolas sabem promover, e o quanto isso transforma a vida das crianças, da comunidade e da sociedade. “Sob o tema “Semeando o Futuro” este evento coroou uma semana repleta de reflexões, atividades realizadas em sala de aula, exposições de trabalhos e apresentações culturais desenvolvidas pelos estudantes, e isso tudo é muito relevante porque nós precisamos entender que não temos divisões no mundo, ele é um só e de todos que habitam nele. Então todos os migrantes e refugiados compõem o mesmo espaço do nosso planeta, e é exatamente isso que a escola defende”, ressaltou.

A gestora destacou ainda que a secretaria de Educação, atende atualmente, cerca de 700 alunos de família de migrantes e que todos têm os mesmos direitos assegurados pelos brasileiros natos. “E é por isso que estamos aqui para dizer a vocês que são o futuro do país, que possam viver na prática, combatendo a desigualdade, lutando pelos seus direitos e entendendo que todas as pessoas têm direito ao mesmo céu, o mesmo sol e a mesma lua. Que o acolhimento de hoje seja com certeza a finalização de um trabalho desenvolvido em sala de aula do conteúdo, do planejamento e que hoje está culminando nessas apresentações”.

A coordenadora pedagógica Marilene Silva disse que esse movimento realizado pelas unidades escolares surpreendeu pela qualidade dos trabalhos desenvolvidos durante as apresentações. “Foram três dias de intensas programações. A escola Eunice César abriu o evento na quarta-feira, com apresentações de danças, poesia e artes, ontem os alunos da escola Alino Ferreira apresentaram a chegada dos migrantes no Brasil e hoje os alunos da escola Abdala apresentaram uma coreografia de danças e ato ecológico, com o plantio de mudas. Todos os eventos surpreenderam pela qualidade do enredo e pelo entusiasmo das crianças, todos estão de parabéns”.

Já a professora Zilda Braga, que integra o Núcleo de Programas e Projetos, destacou a participação de todas as unidades escolares envolvidas nessa programação. “A comunidade escolar se uniu para celebrar a riqueza que o intercâmbio de vivências traz para as salas de aula, reforçando o compromisso do município com uma educação inclusiva, humanizada e garantidora de direitos humanos”.

A diretora da Escola Abdala José de Almeida, Helena Fernandes, agradeceu a participação de toda a comunidade escolar e disse que a todas as unidades envolvidas na programação, se dedicaram para a realização do evento na promoção da cultura de paz, fortalecendo ações voltadas ao respeito, à inclusão e ao acolhimento.

Símbolo de resiliência

Assim como o ipê suporta o inverno rigoroso, a seca extrema e o solo muitas vezes árido para depois florescer com uma força que impressiona, o migrante enfrenta a saudade, a distância e as barreiras culturais sem perder a sua essência. E para marcar o evento “Semeando o Futuro”, a comunidade escolar realizou um ato ecológico com o plantio de três mudas de ipê, representando o legado do projeto pedagógico e o compromisso com o futuro sustentável para a comunidade.

A secretária de Educação, Maria Fernanda Figueiredo, fez o plantio de uma muda e destacou que tanto o ipê quanto o migrante guardam suas raízes profundas na terra de origem, mas têm a capacidade extraordinária de se adaptar e embelezar qualquer solo onde decidem recomeçar. “Quando tudo parece seco e difícil, o ipê e o migrante mostram que a verdadeira força vem de dentro, transformando o recomeço em uma explosão de cores, vida e esperança”, completou.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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