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Diego cobra e prefeitura libera funcionamento de torre em Peixoto

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A Prefeitura de Peixoto de Azevedo anunciou nesta terça-feira (16), após cobrança e articulação do deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), que emitiu o licenciamento ambiental para o funcionamento de uma torre telefônica da operadora Claro.

A empresa iniciou a construção da estrutura em julho no distrito de União do Norte, cuja população ultrapassa 12 mil habitantes. Após a conclusão, a Claro interrompeu a distribuição de sinal devido à ausência da documentação.

De acordo com o deputado, a articulação com a empresa para instalar a torre começou em 2023, quando ele presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Telefonia. Durante as investigações, Diego recebeu reclamações da população sobre falta de conectividade na região.

“O sinal da Claro pegou e logo parou. Essa é uma luta desde o início do mandato. A Claro não podia disponibilizar o sinal, porque desde o dia 13 de agosto houve um protocolo na prefeitura por conta do licenciamento ambiental para o funcionamento desta torre de telefonia”, disse.

“Liguei para o prefeito Paulistinha para autorizar pela prefeitura e, logo que autorizado, o sinal da Claro funcione 100%”, acrescentou.

Diego explicou que a baixa conectividade prejudicou o desenvolvimento econômico da região ao inviabilizar serviços e investimentos. “União do Norte é um dos maiores distritos de Mato Grosso e a falta de conectividade prejudica muito, porque inviabiliza o desenvolvimento com investimentos, acessos aos serviços bancários, de saúde, venda e compra online. Tudo é prejudicado pela falta do funcionamento de telefones e celulares”, avaliou.

Promessa há mais de 12 anos –Juliano José de Souza, morador de União do Norte há 24 anos, disse que nos últimos doze anos recebeu promessas sobre a instalação de uma torre telefônica.

Ele agradeceu a articulação do deputado Diego Guimarães com o Poder Executivo e a empresa Claro para viabilizar a instalação da estrutura. “Nós temos promessas há mais de doze anos para montar esta antena. O prefeito falou que lutaria, mas não garantiria conseguir a antena por depender dos deputados. Até que enfim, lembrou de nós, porque estávamos necessitando”, relatou.

“Agradeço o Diego Guimarães. É tudo na nossa vida. Se ele depender de algo nosso, estamos por aqui. Estamos tranquilos agora. Agradeço por ele ter lembrado de nós, que estamos sofridos nessa gleba”, completou.

Fonte: ALMT – MT

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Vetado projeto que instituía piso salarial para zootecnistas

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A Presidência da República vetou integralmente um projeto que incluía os zootecnistas entre as categorias abrangidas pela lei que estabelece o piso salarial de engenheiros, químicos, arquitetos, agrônomos e médicos-veterinários (Lei 4.950-A, de 1966). O veto foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (27).

De iniciativa do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), a proposta (PL 2.816/2023) havia sido aprovada pelo Senado em novembro de 2024 e pela Câmara dos Deputados em maio deste ano. Pelo projeto, esses profissionais passariam a ter direito ao mesmo piso salarial das demais categorias abrangidas pela lei: seis salários mínimos para jornada diária de seis horas, soma que atualmente corresponde a R$ 9.726. Nos casos de jornada de oito horas, as duas horas excedentes seriam remuneradas com acréscimo de 25%.

Criação de animais

A profissão de zootecnista é regulamentada pela Lei 5.550, de 1968, que atribui à categoria atividades de pesquisa, planejamento, melhoramento genético, alimentação e supervisão técnica na criação de animais domésticos.

Na mensagem de veto, o Poder Executivo afirma que a proposta é inconstitucional e contraria o interesse público por instituir um piso salarial sem a apresentação de estimativa do impacto orçamentário-financeiro e sem declaração de adequação orçamentária e financeira. Segundo o governo, a decisão de vetar o texto foi tomada após manifestação dos Ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento, além da Advocacia-Geral da União.

O veto presidencial poderá ser mantido ou rejeitado pelo Congresso Nacional, em sessão conjunta de deputados e senadores.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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