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Projeto Educa Pet transforma alunos em “protetores mirins” em Cuiabá

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Alunos do 1º ao 5º ano do período vespertino da EMEB Maria Elazir Correia de Figueiredo, localizada no bairro São João Del Rei, participaram nesta terça-feira (30) do lançamento do projeto Educa Pet, iniciativa que busca despertar a consciência sobre a causa animal desde a infância.

O projeto, realizado pela Diretoria de Bem-Estar Animal, sob coordenação de Morgana Ens, envolveu cerca de 380 crianças, que se comprometeram a proteger os animais. “É o primeiro passo que a gente tem que dar como pulverizadores da educação sobre a causa animal. Quanto mais passarmos a mensagem adiante sobre o cuidado com todos os animais, começando com eles, é um passo gigantesco e inédito da Prefeitura de Cuiabá para formar uma geração que pode fazer a diferença em nossa cidade”, destacou Morgana.

Durante a atividade, os alunos participaram de um quiz com perguntas sobre maus-tratos. Questões como: “um cachorro pode ficar preso na corrente o dia todo?” ou “pode jogar água quente em um gato?”. As respostas foram unânimes: não. Jamais.

A aluna do 2º ano, Vitória Eloísa, de 7 anos, contou o que aprendeu: “Entendi que temos que cuidar deles. Não pode matar. Eu vou colocar água, ração, dar banho neles e deixar eles felizes.”

A diretora da unidade escolar, Larissa Luzia Ferreira Bastos Villanova, ressaltou que a escolha da escola para o lançamento do projeto foi acertada. “A gente se identifica muito com essa causa. Vemos esse interesse tanto nos servidores quanto na comunidade, e as crianças também demonstram essa preocupação. Ficamos muito satisfeitos de sermos a escola escolhida para dar esse primeiro passo.”

Morgana Ens também explicou às crianças como agir diante de situações de maus-tratos: “Se vocês virem alguém batendo em um cachorro ou gato, não briguem. Chamem um adulto: o papai, a mamãe, o professor ou até a polícia. Viu alguém chutando um cachorro na rua? Avise imediatamente um adulto. Isso é maus-tratos.”

Além disso, foram repassadas orientações sobre alimentação adequada, consultas veterinárias, banho, passeio seguro com coleira de identificação, bem como a importância da adoção e da castração. “A castração é a única forma de controlar a reprodução dos animais e evitar o abandono. Se o cachorrinho não for castrado, a família deve procurar a Prefeitura e solicitar o procedimento”, reforçou Morgana.

Como denunciar

A Diretoria de Bem-Estar Animal de Cuiabá orienta que denúncias e solicitações de atendimento sejam feitas exclusivamente via WhatsApp, pelo número (65) 99207-4318 (somente mensagens). Pelo canal, as equipes avaliam a situação e encaminham o atendimento adequado.

#PraCegoVer

A foto mostra os alunos e a coordenadora Morgana Ens reunidos no lançamento do projeto Educa Pet na EMEB Maria Elazir Correia de Figueiredo. Abaixo, há uma galeria de imagens com outros registros do evento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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José Riva chama Mauro de “falso moralista” e defende denúncia de Janaina sobre caso da Oi

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O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, José Geraldo Riva, elevou o tom contra o ex-governador Mauro Mendes (União) em meio à disputa eleitoral de 2026. Em declaração divulgada pela Gazeta Digital, Riva classificou Mauro como “falso moralista” ao comentar a Operação Heritage, que investiga um suposto esquema envolvendo um acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a empresa de telefonia Oi.

A investigação apura possíveis irregularidades em um acordo judicial e administrativo que envolveu aproximadamente R$ 308 milhões. A operação foi deflagrada pela Polícia Federal por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e teve entre as medidas cumpridas a apreensão do passaporte de Mauro Mendes.

Riva saiu em defesa da denúncia apresentada por sua filha, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), que atualmente disputa uma vaga ao Senado e tem Mauro como um de seus principais adversários na corrida eleitoral. Segundo o ex-deputado, a denúncia não foi vazia e teria elementos suficientes para justificar a abertura da investigação.

“Quando o STF determina essa operação, é lógico que eles viram fundamento. Não é porque a Janaina fez uma denúncia vazia. Ela existe: são R$ 308 milhões que, comprovadamente, parte foi desviada”, afirmou.

Ao atacar Mauro, Riva também fez referência ao discurso de cobrança moral adotado pelo ex-governador contra adversários políticos. Para ele, antes de apontar erros de outras pessoas, Mauro deveria observar também a própria trajetória e as acusações que agora estão sob investigação.

“Antes de você falar dos outros, você tem que olhar para si. É muito fácil chegar aqui e atacar todo mundo, mas a gente tem que olhar também para nossas práticas”, disparou.

O ex-presidente da Assembleia ainda recorreu ao conhecido ditado “faça o que eu falo, mas não o que eu faço” para reforçar a crítica e afirmou que qualquer pessoa que cometer irregularidades deve responder perante a Justiça, independentemente de posição política.

“A gente erra, a gente paga. Eu paguei, ele vai pagar, e todo mundo que errar está sujeito a pagar perante a Justiça. Não é o Mauro, é o Mauro, é o Lula, é todo mundo que errar”, declarou.

Riva também mencionou os ataques que, segundo ele, sua família sofreu ao longo dos anos e citou nominalmente sua esposa, Janete Riva, afirmando que ela teria sido alvo de críticas de Mauro.

A manifestação ocorre em um momento de forte acirramento entre Mauro Mendes e Janaina Riva. A deputada é uma das principais adversárias do ex-governador na disputa pelo Senado, e o caso envolvendo a Oi se tornou mais um ponto de confronto entre os dois grupos políticos.

Mauro, por sua vez, nega ter obtido qualquer vantagem indevida no acordo e classifica as acusações como uma “armação política” e uma tentativa de desgastá-lo eleitoralmente. Segundo a versão do ex-governador, o entendimento com a Oi teria encerrado um litígio considerado vantajoso para os cofres públicos.

A Operação Heritage investiga justamente se o acordo foi utilizado para mascarar repasses e eventual lavagem de dinheiro público. As apurações apontam que cerca de R$ 308,1 milhões foram movimentados por meio de fundos de investimento e empresas interpostas. Até o momento, as suspeitas são objeto de investigação e não representam condenação dos envolvidos.

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