Cuiabá
Prefeitura de Cuiabá mantém operação Cata-treco com atendimento em seis bairros nesta semana
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), dá continuidade à operação Cata-treco, com atendimento programado em diversos bairros da capital entre os dias 5 e 10 de janeiro. A iniciativa tem como objetivo facilitar o descarte correto de móveis e materiais inservíveis, contribuindo para a limpeza urbana e o combate ao descarte irregular.
O serviço é totalmente gratuito e recolhe itens que não são atendidos pela coleta convencional, como sofás, camas, colchões, geladeiras, armários, mesas, entre outros objetos de grande volume. A ação também auxilia na prevenção de doenças, como a dengue, ao eliminar possíveis focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Cronograma da semana
– Segunda-feira (5): Pascoal Ramos e Parque Nova Esperança I
– Terça-feira (6): Parque Nova Esperança II
– Quarta-feira (7): CPA IV – 4ª e 5ª Etapas
– Quinta-feira (8): Altos da Serra I
– Sexta-feira (9): Altos da Serra II
– Sábado (10): Jardim Shangri-lá
Para garantir o recolhimento, os moradores devem deixar os materiais em frente às residências até as 7h da manhã do dia programado, organizados de forma visível e acessível às equipes.
De acordo com a Limpurb, cerca de 20 trabalhadores atuam diariamente na operação, que tem início às 7h e segue até a conclusão dos trabalhos em cada bairro atendido.
A empresa reforça que não serão recolhidos resíduos como entulho de construção civil, restos de poda de árvores, pneus, pilhas, baterias, vidros, latas de tinta e madeira. Esses materiais devem ser destinados aos ecopontos ou locais apropriados para descarte.
A população pode acompanhar o cronograma semanal do Cata-treco por meio dos canais oficiais da Prefeitura de Cuiabá.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora
O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.
Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.
“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.
Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.
Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.
Entenda o caso
A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.
A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.
Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.
O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.
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