Mato Grosso

MT Garante injeta R$ 83,5 milhões na economia em 2025 e chega a 91 municípios

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Mato Grosso

O programa MT Garante, Fundo de Aval Garantidor de Mato Grosso, registrou R$ 83,53 em operações de crédito realizadas entre 1º de janeiro e 31 de outubro de 2025. Os dados refletem o avanço da política pública voltada à democratização do crédito no Estado, principalmente para pequenos empreendedores e produtores rurais.

Desse total, R$ 64,64 milhões correspondem ao valor de aval concedido pelo fundo, equivalente a 80% das operações, montante que o Governo do Estado garante às instituições financeiras parceiras. No período, foram contabilizadas 931 operações, distribuídas em 91 municípios, demonstrando expansão territorial e adesão crescente ao programa.

As atividades econômicas com maior volume de crédito incluem o setor rural, que somou 113 operações, totalizando R$ 7,74 milhões. Dentro desse segmento, a atividade de criação de bovinos para corte se destacou com 69 operações, atingindo R$ 5,48 milhões em financiamentos.

Criado para reduzir barreiras ao crédito, o MT Garante mitiga riscos das operações para os agentes financeiros e amplia as condições de financiamento para microempreendedores individuais, microempresas, empresas de pequeno porte e produtores rurais. Ao oferecer garantia complementar, o programa atende um dos principais entraves enfrentados pelos empreendedores: a falta de garantias reais exigidas pelas instituições financeiras.

“Ter um programa como o MT Garante é fundamental para impulsionar o empreendedorismo em Mato Grosso. Ao oferecer a garantia complementar que muitos pequenos negócios não têm, o Estado reduz entraves históricos ao crédito e permite que mais empreendedores possam investir, crescer e gerar empregos. Esse fundo amplia oportunidades e fortalece a economia em todas as regiões, garantindo que o desenvolvimento chegue a quem realmente precisa”, afirma o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda.

Os limites de crédito variam conforme o porte do beneficiário. O MEI pode acessar até R$ 70 mil; microempresas, até R$ 200 mil; e empresas de pequeno porte, até R$ 300 mil. Para produtores rurais, o teto é de R$ 250 mil para pequenos e R$ 430 mil para médios. No caso de financiamento para instalação de aviários, o limite chega a R$ 2 milhões.

Administrado pela Desenvolve MT e gerido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), o MT Garante fortalece a rede de cooperação empreendedora e contribui para o desenvolvimento econômico do Estado. Ao reduzir o risco das operações, o programa torna o crédito mais acessível e sustentável para quem deseja investir, expandir ou consolidar seus negócios em Mato Grosso.

Fonte: Governo MT – MT

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Gisela Cardoso cobra investigação “a fundo” sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

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Foto da Notícia: Gisela Cardoso cobra investigação 'a fundo' sobre fatos envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro

imgA presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, defendeu uma investigação independente, rigorosa e transparente sobre os fatos que vieram a público envolvendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o banqueiro Daniel Vorcaro.

 

Gisela aponta que a gravidade das informações exige mais do que uma apuração protocolar, sendo necessário que todos os fatos sejam efetivamente esclarecidos. “É preciso investigar, e investigar a fundo. Os fatos que vieram a público envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro exigem uma investigação independente, rigorosa e transparente. Não basta uma investigação formal”, afirmou.

 

A presidente da OAB-MT destacou que uma investigação legítima precisa ter autonomia, não podendo existir qualquer relação de subordinação, influência ou conflito de interesses capaz de comprometer a apuração.

 

“Quem investiga precisa ter autonomia real, liberdade para seguir todas as linhas de investigação e nenhuma relação de subordinação, influência ou conflito de interesses com os envolvidos. Não pode haver investigação conduzida para proteger pessoas, preservar reputações ou atender a interesses políticos. A investigação deve buscar exclusivamente os fatos e a verdade”, defendeu.

 

Gisela também estabelece uma distinção entre investigar e condenar, e avalia que cobrar esclarecimentos não significa fazer um julgamento antecipado, mas assegurar que os mesmos critérios de responsabilização e transparência sejam aplicados a todos, independentemente do cargo ou da posição que ocupem. “Não se trata de condenar previamente ninguém. Trata-se de assegurar que ninguém seja blindado e que ninguém seja perseguido. Se houver fatos relevantes a esclarecer, que sejam examinados até o fim”, afirmou.

 

Na avaliação da presidente da OAB-MT, a sociedade brasileira tem direito a uma apuração independente, sem interferência e sem privilégios. “Impedir ou limitar uma investigação independente também não pode ser aceitável em uma democracia. Que se investigue tudo com independência, com transparência e com coragem. Se houver responsabilidades, que sejam identificadas e tratadas rigorosamente dentro da lei. OAB-MT espera e requer aquilo que toda a sociedade clama, que é a apuração rigorosa dos fatos, pois a verdade não pode ter dono, lado ou proteção”.

 

 

Assessoria de Imprensa OAB-MT

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