“ Nós assistimos aqui no Mato Grosso, seguidamente, atos de terrorismo que são praticados por elas. Então, negar isso já é negacionismo, é não reconhecer uma verdade que está amedrontando a população brasileira”, declarou.
Pivetta também defendeu um novo pacto nacional de segurança pública, com participação e até liderança da União, mas sem retirar dos estados a autonomia para combater a criminalidade.
Questionado sobre a criação do Ministério da Segurança Pública, anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador não declarou apoio ou oposição à medida. Ele afirmou que o governo federal deve priorizar a vigilância das fronteiras, coordenar políticas nacionais e ampliar o repasse de recursos aos estados e municípios.
O governador criticou a concentração de recursos em Brasília e cobrou que a União transfira mais dinheiro aos estados e municípios, responsáveis pela execução de serviços essenciais.
“Cabe muito mais à União gastar menos, cuidar do dinheiro público, que arrecada, que não é pouco, e devolver esse dinheiro para os Estados e os municípios. Isso é o que a União pode fazer de melhor”, afirmou.










