Mato Grosso
Janaina Riva descarta qualquer possibilidade de recuo em disputar o Senado
Mato Grosso
A deputada estadual Janaina Riva (MDB) afirmou que a decisão de disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de 2026 já está tomada e não depende de acordos políticos ou disputas internas. Segundo a parlamentar, a pré-candidatura é um projeto consolidado e não há espaço para retrocessos.
Em entrevista ao programa Veja Bem MT, Janaina afirmou que a iniciativa conta com respaldo da executiva estadual do MDB e também com apoio familiar. Ela avaliou que as movimentações de outros nomes interessados na disputa fazem parte do cenário eleitoral e não alteram seus planos.
Na condição de presidente estadual do MDB, a deputada ressaltou que tem autonomia para conduzir os rumos do partido e definir sua trajetória política. Para ela, não existe qualquer tipo de pressão interna, apenas o ambiente natural de competição entre pré-candidatos que buscam viabilizar seus projetos.
Ao ser questionada sobre a possibilidade de desistência, Janaina foi categórica ao afirmar que a hipótese está descartada. Segundo ela, a decisão já foi debatida amplamente tanto no campo político quanto no pessoal, não havendo obstáculos para seguir adiante.
A parlamentar também disse estar preparada para o acirramento do debate e para eventuais ataques durante o período eleitoral. Na avaliação dela, candidatos considerados fortes costumam ser mais visados, mas isso não a preocupa.
Janaina afirmou que pretende se posicionar apenas diante de críticas que considere relevantes e disse encarar as disputas como parte do processo democrático. Com duas vagas em jogo para o Senado em Mato Grosso em 2026, o cenário tem impulsionado articulações e ampliado o número de pré-candidaturas no Estado.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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