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Pivetta garante estar pronto para assumir Mato Grosso se Mauro disputar o Senado: “Temos equipe titular e reserva”

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O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), garantiu, hoje (13), que está preparado para assumir o Estado, caso o governador Mauro Mendes (União Brasil) decida se afastar para disputar o Senado, em outubro.

Pivetta afirmou que a gestão conta com um time titular e um reserva e por isso não passará por imprevistos.

“Depende do Mauro Mendes, mas estou preparado, pronto. Durante esse tempo assumi diversas vezes interinamente. O Governo do Estado tem uma equipe formada, temos titulares e temos reservas. Criamos um ecossistema no serviço público composto por pessoas competentes em todas as áreas e temos opções dentro de cada área“, disse.

 

Segundo o vice-governador, outras mudanças no staff devem ocorrer, pois pelo menos cinco secretários devem deixar a gestão para também disputar as eleições deste ano.

 

“Temos opções dentro de cada área para aqueles lugares que vão vagar pela renúncia de alguns secretários que pretendem concorrer nesse pleito de outubro. Está tudo previsto e sem nenhuma dificuldade, nós vamos dar sequência e continuar esse trabalho que a sociedade mostra que está satisfeita, nós vamos continuar e aperfeiçoar“, ressaltou.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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