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Atrações do ciclo carnavalesco de Fortaleza são anunciadas

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As atrações do ciclo carnavalesco de Fortaleza foram anunciadas. Serão quatro semanas de programação gratuita em um formato descentralizado. As apresentações alcançarão diversas regiões da capital cearense em 12 regionais.

O prefeito Evandro Leitão destaca os benefícios que os eventos devem trazer para a cidade:

“Nós estamos ampliando também os investimentos em mais de R$ 4,6 milhões […], impactando uma perspectiva de 1,6 milhão de pessoas, além das atrações que nós vamos ter. Teremos 15 atrações nacionais e um convidado, que é o Mestre Macaúba. Teremos também diversas outras atrações da nossa capital.”

Programação

A programação reunirá artistas locais e nacionais, com nomes como Joelma, Dudu Nobre, Banda Eva, BaianaSystem, Olodum, O Kannalha, entre outros. Uma das grandes novidades deste ano é a instalação de um grande palco com apresentações nacionais na Domingos Olímpio, que receberá os shows de Jorge Aragão e Chico César.

A secretária de Cultura de Fortaleza, Helena Barbosa, detalha a criação de um aplicativo criado para que a população possa acompanhar a programação:

“O aplicativo se deu pela necessidade mesmo. Acho que quem consome o pré-carnaval de Fortaleza sabe que é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, né? Então, a gente queria comunicar de forma clara, de forma acessível. A gente sabe qual o papel, hoje, da tecnologia na organização da vida das pessoas. Então, a nossa ideia é que toda a cidade ocupe os 25 polos que a gente está organizando. A plataforma é ‘Farol’ e, assim que você abrir o aplicativo, vai estar lá um banner bem bacana do Carnaval para você já entrar na nossa seção e ter todas as informações necessárias.”

Ao todo, serão 25 polos, reforçando a proposta de democratizar o acesso às manifestações culturais e às festas populares.

Vale destacar que o pré-carnaval de Fortaleza começa oficialmente na próxima sexta-feira (16), com apresentação do grupo Fundo de Quintal na Praça do Ferreira, às 21h. Já no sábado (17), Dudu Nobre será a atração principal no aterrinho da Praia de Iracema, às 20h30. No mesmo dia, a Banda Eva faz show, a partir das 20h, na Barra do Ceará.

Toda a programação pode ser conferida no site da prefeitura de Fortaleza e nas redes sociais da Secretaria de Cultura do município.


Fonte: EBC Cultura

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Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP

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Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante. 

Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas  – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez.  O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…

A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme  com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin. 

Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas. 

Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além

“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.


Foto da Expo Janis Joplin
Foto da Expo Janis Joplin

Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.

Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos. 

A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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