Polícia
Indicadores revelam fortalecimento da investigação criminal pela Polícia Civil em combate ao tráfico de drogas
Polícia
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), desencadeou ao longo de 2025 um amplo trabalho de combate ao tráfico de drogas no estado. Em 41 operações foram presas 515 pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico e outros crimes associados, ampliando a pressão sobre facções criminosas e rotas de distribuição.
Dentre esses trabalhos, estão a “Operação Golden”, cujos alvos eram criminosos investigados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais. Também houve a “Operação Datar”, que desarticulou um grupo criminoso, que movimentou mais de R$ 185 milhões com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Além disso, a Polícia Civil realizou a “Operação Doce Amargo”, que desmantelou uma complexa facção criminosa, especializada no tráfico interestadual de drogas.
“Esses indicadores demonstram não apenas o aumento quantitativo da produção policial, mas também o aprimoramento qualitativo da atividade investigativa dos nossos policiais no combate ao tráfico ilícito de entorpecentes”, diz delegado da Denarc, Wilson Cibulski.
Procedimentos
A unidade policial apresentou avanços no trabalho investigativo, resultando no aumento dos inquéritos (instaurados e relatados), bem como nas representações judiciais, além de outros indicadores que demonstram a atuação consistente da Polícia Civil, com reflexos diretos na eficiência operacional e na resposta ao sistema de Justiça.
Em análise comparativa entre os anos de 2024 e 2025, o volume de representações judiciais passou de 213 para 326, indicando uma elevação de 53%, o que demonstra maior provocação do Poder Judiciário para adoção de medidas cautelares indispensáveis à instrução dos inquéritos.
No que se refere aos inquéritos policiais instaurados, houve progressão de 779 para 995 procedimentos, correspondendo a um incremento de 27,7%, sinalizando maior capacidade de absorção e formalização das demandas investigativas. Já os inquéritos relatados avançaram de 852 para 969, refletindo um crescimento de 13,7% na finalização dos procedimentos e no encaminhamento dos autos ao Poder Judiciário.
Destaca-se ainda o expressivo avanço nos autos de investigação preliminar (AIP). Os AIPs instaurados saltaram de 52 para 241, o que representa uma expansão de 363%, evidenciando o fortalecimento da fase inicial de apuração, fundamental para qualificar as investigações antes da instauração formal do inquérito. Da mesma forma, os AIPs relatados evoluíram de 30 para 226, alcançando uma variação positiva de 653%, o que indica maior capacidade de análise, triagem e conclusão dessas apurações preliminares.
No campo da movimentação processual, o número de despachos proferidos passou de 1.544 para 1.768, registrando um acréscimo de 14,5%, demonstrando maior dinamismo na condução dos procedimentos. As cotas cumpridas avançaram de 135 para 233, correspondendo a uma alta de 72,5%, o que reflete maior eficiência no atendimento às requisições do Ministério Público e do Poder Judiciário.
Por fim, os procedimentos concluídos evoluíram de 904 para 1.006, indicando uma elevação de 11%, resultado que reforça o compromisso da Polícia Civil com a efetividade da investigação criminal, a redução de passivos e o fortalecimento da persecução penal.
“Esse conjunto de indicadores demonstra não apenas o aumento quantitativo da produção policial, mas também o aprimoramento qualitativo da atividade investigativa dos nossos policiais. Além disso, esses resultados confirmam a evolução na capacidade de apuração, formalização e conclusão de procedimentos do nosso efetivo, em alinhamento com as atribuições constitucionais da Polícia Civil”, enfatizou o delegado da Denarc, Wilson Cibulskis Júnior.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Operações integradas causam prejuízo de R$ 2,5 bilhões às facções criminosas em pouco mais de sete anos
As operações integradas do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), unidade do Governo do Estado que atua na região da fronteira com a Bolívia, geraram prejuízo financeiro estimado em R$ 2,5 bilhões às facções criminosas entre janeiro de 2019 e maio deste ano.
Esses valores estão relacionados à apreensão de 118 toneladas de drogas, 77 aeronaves, 2.052 veículos, 414 armas de fogo e 14.400 munições. Nesse período, 2.913 pessoas foram presas, incluindo 159 estrangeiros, por crimes como tráfico, roubo, furto, contrabando, entre outros.
De acordo com dados no Núcleo de Gestão Estratégica para Resultados (Nger/Sesp-MT), nos últimos sete anos, de janeiro de 2019 a janeiro de 2025, o Governo do Estado investiu anualmente R$ 30 milhões, em média, na aquisição de armamentos, viaturas, obras, sistema de comunicação, modernização operacional e manutenção das atividades do Grupo Especial de Fronteira.
Somente este ano, de janeiro a maio, R$ 17 milhões já foram aplicados para desenvolver ações preventivas e de repressão à violência nos 900 km da área da fronteira (seca e molhada) de Mato Grosso com a Bolívia.

“A produtividade do Gefron é o resultado de uma política estadual de Segurança Pública que tem priorizado o aparelhamento, a modernização e reforço do efetivo, com nomeação de novos policiais. Também podemos avaliá-la como uma resposta às facções, resposta do empenho de cada policial e do esforço permanente para mantermos ações integrados cada vez mais fortes e efetivas na repressão ao tráfico de drogas e todas as modalidades criminais”, destaca a secretária de Segurança, coronel PM Susane Tamanho.
“No Gefron, e em todas as unidades das polícias Militar e Civil, estamos priorizando o policiamento ostensivo guiado pela inteligência policial, a investigação qualificada e a asfixia financeira das facções. Sabemos que essas apreensões, principalmente de drogas e aeronaves, causam impacto direto na estrutura financeira e operacional das facções”, assinala a secretária.
“Nossos números e valores não são apenas estatísticas, mas resultados de uma decisão do Governo do Estado de fazer esse enfrentamento, travar uma guerra diária aos crimes na área de fronteira”, diz o coordenador do Gefron, tenente coronel PM Airton Feitosa.

De acordo com TC Airton, o Gefron atua sustentado em três pilares: policiais preparados, treinamento com doutrina operacional de fronteira e equipamentos com tecnologia de ponta.
Em Mato Grosso, além do trabalho integrados com as unidades das Polícias Militar e Civil, o Gefron faz operações conjuntas com as polícias Federal e Rodoviárias e com forças de outros estados.
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