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Flávia Moretti acompanha início da nova coleta de lixo e garante serviço mais regular em Várzea Grande

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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), esteve na sede da nova empresa responsável pelo serviço de coleta de lixo no município na manhã desta segunda-feira (19.01). Na ocasião, a prefeita tomou um café da manhã, conversou com os colaboradores da empresa e acompanhou o início dos trabalhos da semana.

“Iniciamos com uma conversa, esclarecendo as dúvidas dos funcionários que realizam o serviço de coleta. A nova empresa está na rua e vamos ter uma coleta com maior regularidade, com mais qualidade e com mais dignidade à população várzea-grandense”, disse Moretti.

A empresa iniciou a operação nesse sábado (17). Segundo a Secretaria de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, no primeiro dia de operação foram recolhidas mais de 170 toneladas de resíduos. Nesta segunda-feira, a coleta já ocorre de forma regular em todos os setores da cidade, com reforço de caminhões para atender bairros que ficaram pendentes na sexta-feira, evitando prejuízos à cobertura.

A programação segue o calendário de dias e áreas já adotados pela Prefeitura de Várzea Grande, enquanto a equipe técnica avalia ajustes futuros nos roteiros, visando otimizar trajetos, tempo de operação e ampliar a abrangência do serviço.

A prefeita também destacou que a antiga empresa não estava prestando um serviço adequado, conforme a necessidade do município.

“Como representante escolhida pela população, Várzea Grande escolheu agir, corrigir o que não funcionava e colocar o interesse da população em primeiro lugar. Quando um serviço público não entrega qualidade e não respeita o cidadão, ele precisa mudar. E vai mudar sempre que for necessário, pois queremos uma coleta que funcione”, afirmou a prefeita Flávia Moretti.

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Janaina diz que Várzea Grande “não é extensão de Cuiabá” e cobra serviços públicos de qualidade

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A candidata ao Senado Janaina Riva (MDB) defendeu mais investimentos e estrutura própria de serviços públicos para Várzea Grande e afirmou que o município não pode ser tratado como uma extensão de Cuiabá. A declaração ocorreu durante agenda política nos bairros Mapim e Chapéu do Sol, na segunda-feira (1º).

Para Janaina, a população várzea-grandense precisa ter acesso aos mesmos padrões de atendimento encontrados na Capital, especialmente em áreas consideradas essenciais.

“Várzea Grande não pode ser auxiliar de Cuiabá, porque não é extensão de Cuiabá. Os serviços ofertados em Cuiabá têm que ser ofertados na mesma qualidade aqui, porque aqui é a segunda maior cidade do estado e nós vamos lutar por isso”, afirmou.

A saúde foi apontada pela candidata como um dos principais problemas enfrentados atualmente pela população. Janaina também criticou a falta de creches e de escolas em período integral e afirmou que existe uma contradição entre a riqueza produzida por Mato Grosso e a desigualdade vivida por parte da população.

“Não é justo tantos ganhando tanto, usufruindo das benesses do poder e não ter creche pros nossos filhos, não ter escola em período integral… Ter uma saúde como é a saúde de Várzea Grande, uma das piores do estado de Mato Grosso”, disse.

Outro ponto levantado durante a agenda foi a falta de água na Baixada Cuiabana. Janaina defendeu a ampliação da utilização de poços artesianos e melhorias na distribuição, além de destacar o déficit habitacional de Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo ela, a região também enfrenta dificuldades diante da ausência de programas habitacionais capazes de atender famílias que vivem em situação de vulnerabilidade, enquanto os preços dos aluguéis pressionam ainda mais o orçamento da população.

Segurança e proteção às mulheres

Na área da segurança pública, Janaina lembrou ações que, segundo ela, foram articuladas durante sua passagem pela Assembleia Legislativa, como a implantação da Delegacia da Mulher 24 horas e a chegada do Instituto Médico Legal (IML) a Várzea Grande.

A candidata afirmou que ainda existem dificuldades no atendimento a vítimas de violência, especialmente crianças, e criticou a necessidade de deslocamento de profissionais para a realização de perícias.

“Até hoje, uma criança violentada aqui em Várzea Grande, às vezes tem que esperar 12 horas para vir um perito para Várzea Grande para poder fazer um laudo com uma criança violentada. É uma vergonha”, declarou.

 

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