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Campanha no Rio convoca foliões a preservarem o patrimônio histórico

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O Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, realiza em parceria com a Riotur a campanha “Quem samba cuida”, voltada para a conscientização dos foliões sobre a importância da preservação dos bens culturais tombados em nível federal no Rio de Janeiro. O objetivo é chamar a atenção do público que frequenta os blocos de rua, incentivando atitudes responsáveis, que conciliem a celebração com a proteção do patrimônio histórico.

A campanha pode ser vista nos sites oficiais do Carnaval de Rua do Rio e em pontos estratégicos próximos a bens tombados, especialmente em áreas por onde passam os cortejos carnavalescos. Em alguns desses locais, o público pode conhecer um pouco da história dos bens culturais por meio de lonas informativas.

A superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Patrícia Wanzeller, comemora os resultados já alcançados pela campanha neste ano…

“A Rua Primeiro de Março, repleta de prédios tombados, historicamente sofria danos durante a passagem dos blocos. Esse ano, os megablocos abraçaram a ideia e passaram a fazer alertas ao público pedindo para não urinar e nem subir nos monumentos. O resultado foi extremamente positivo. Até o momento, nenhum dano foi registrado”.

As ações também incluem um cubo de LED instalado na Praia de Copacabana, com mensagens de conscientização para cariocas e turistas até o dia 22 de fevereiro, e a divulgação de posts de conscientização nas redes sociais, que reforçam a importância da colaboração do público e orientam para que não subam nos monumentos, não urinem nem pratiquem qualquer forma de depredação dos bens históricos.  

 


Fonte: EBC Cultura

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No Rio, cinema africano é tema da mostra Espelhos d’África

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O cinema africano, que vem ganhando destaque mundial, é o tema da mostra Espelhos d’África, em cartaz a partir desta terça-feira (3) na Caixa Cultural Rio de Janeiro. O evento reúne produções cinematográficas do continente e atividades paralelas, como debates e oficinas, que aproximam o público de realizadores e pesquisadores.

Pela primeira vez na capital fluminense, a iniciativa busca ampliar o acesso do público brasileiro ao cinema feito na África, apresentando diferentes perspectivas sobre o continente. Entre os temas abordados estão memória, relações familiares e transformações sociais.

Entre os debates que fazem parte da programação estão: Cinema africano contemporâneo, narrativas e representações; Memória, tradição e identidade no cinema africano; e Corpo, dança e memória. Outra atração do evento são oficinas voltadas para o público infantil, como Imagens que Contam: Histórias Africanas em Cena; e Cinema e Natureza em Cabo Verde: Histórias que saem da Tela.

Todas as sessões têm entrada franca, com distribuição de ingressos na bilheteria 30 minutos antes de cada exibição. A mostra vai até o dia 15 de novembro.


Fonte: EBC Cultura

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