Mato Grosso

Governo de MT autoriza duplicação da MT-240 e de ponte sobre Rio Santana entre Nortelândia e Arenápolis

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O governador Mauro Mendes autorizou, nesta quinta-feira (12.2), a licitação para duplicar a rodovia MT-240 ligando Nortelândia até o município vizinho de Arenápolis.

Convênios para asfaltar ruas e avenidas de Nortelândia também foram firmados e os novos investimentos na cidade chegam a R$ 49 milhões.

Segundo o governador Mauro Mendes, esses investimentos nada mais são do que devolver aos cidadãos os dinheiros que eles pagam em forma de impostos. E que esse é o papel do Estado: cuidar bem do dinheiro público.

“Mato Grosso está fazendo coisas que pareciam impossíveis de serem feitas. Conseguimos mudar radicalmente a nossa história e hoje somos o Estado que mais investe no Brasil, um Estado que cumpre o seu papel e ainda ajuda os municípios”, afirmou.

O Governo irá licitar a duplicação de 9,19 km da MT-240 e a duplicação da ponte sobre o Rio Santana, garantindo um trânsito mais seguro e rápido entre Nortelândia e Arenápolis.

O prefeito de Nortelândia, Mariano Gomes, lembrou as cobranças feitas para que essa obra saísse do papel.

“Nós estamos aqui para trabalhar e para cobrar e através da cobrança que vamos conseguir. Nunca tivemos um governo como esse para estar nos ajudando aqui”, disse. Ele ainda lembrou a importância do programa Ser Família, que teve cartões distribuídos durante o evento.

O deputado estadual Eduardo Botelho também falou sobre todas as dificuldades conseguidas para poder duplicar a MT-240, desde promessas não cumpridas em gestões passadas até questões técnicas de projeto.

“A partir de 2019 a história de Mato Grosso começou a ser mudada e agora eu tenho certeza de que ela vai ser concluída”, disse.

Outro investimento anunciado durante o evento foi para a canalização e drenagem da Grota Santa Luzia e Santana.

“Hoje o governo está retribuindo os 142 municípios”, afirmou o deputado estadual Dilmar Dal Bosco.

Também estiveram presentes a senadora Margareth Buzetti, a deputada federal Gisela Simona, os deputados estaduais Paulo Araújo, Beto Dois a Um e Carlos Avallone, os secretários de Estado Fábio Garcia (Casa Civil) e coronel César Roveri (Segurança Pública), e o presidente da MT Par, Wener Santos.

Fonte: Governo MT – MT

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Cuiabá

Ilde Taques intensifica articulação para disputar presidência da Câmara de Cuiabá

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O vereador Ilde Taques (Podemos) afirmou nesta quinta-feira (16) que continua em articulação para viabilizar sua candidatura à Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá. Segundo ele, o momento é de intensificar o diálogo com os demais vereadores, independentemente de posicionamento político, com o objetivo de consolidar apoios até a votação.

Taques ressaltou que o processo depende de construção coletiva e que a definição passa, necessariamente, pela capacidade de articulação dentro da Casa.

“É um processo eleitoral, como todos os outros. Até o dia da eleição, a gente tem que trabalhar o voto. São 27 vereadores; independentemente de base ou posição independente, todos votam. E a gente, até o dia 25, vai continuar trabalhando esse voto dos pares”, afirmou.

Ilde também detalhou a composição da chapa que vem sendo construída, reunindo parlamentares de diferentes partidos. A vereadora Paula Calil (PL) foi convidada para assumir a primeira secretaria, enquanto Eduardo Magalhães (Republicanos) deve ficar com a vice-presidência e Michelly Alencar (União) com a segunda vice-presidência.

“Nós estamos definindo apenas uma vaga de segundo secretário. Hoje nós temos a cabeça de chapa com Ilde, presidente. A vereadora Paula foi convidada para ser primeira secretária. O vereador Eduardo Magalhães, como vice-presidente. E a vereadora Michelly como segunda vice-presidente”, explicou

Ao comentar a possibilidade de mudança no regimento interno que permitiria reeleições consecutivas, o vereador demonstrou preocupação com os impactos para a democracia.

“Isso seria um retrocesso para a Câmara Municipal de Cuiabá. Se isso acontecer, o presidente pode ficar seis anos no poder, se perpetuando. Isso é muito ruim para a democracia e para o cidadão cuiabano. Imaginem só seis anos com o mesmo presidente. Eu não acredito que isso vá acontecer”, concluiu.

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