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Bloco Pacotão traz irreverência no último dia do Carnaval em Brasília

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A rua chama, o deboche responde e Brasília entra no compasso da folia! Esse é o lema do Pacotão, um dos blocos mais tradicionais e irreverentes da capital do país, que entra em cena nesta terça-feira (17/2). Há quase 50 anos, o bloco, criado por jornalistas, garante a alegria dos foliões com muita sátira, crítica política, marchinhas e fantasias criativas. A concentração começa ao meio-dia, na entrequadra 302/303 Norte. Por volta das quatro da tarde começa o cortejo, na contramão, rumo à Esplanada dos Ministérios.

Mais de 15 bloquinhos marcam a despedida do Carnaval na capital. Entre eles, o THC – Techno House Carnaval, no Setor Bancário Sul, e o bloco de pífanos Ventoinha de Canudo, com muito forró, marchinhas e dança, na 207 Norte. Tem ainda o Coisa de Pele, no Setor Carnavalesco Sul, e o As Leis de Gaga, no Museu Nacional da República.

Para os roqueiros, há uma programação especial. O bloco Porão do Rock garante a folia na Galeria dos Estados. Tem apresentação da Ska Niemeyer, com banda de metais, e do bloco Ritalleena, um tributo à Rainha do Rock, Rita Lee.

Para encerrar, o Galo Cego, com seus 30 ritmistas, batucada pesada e repertório que vai de Beth Carvalho a Raimundos. E lá em Planaltina, região administrativa do Distrito Federal, tem o tradicional Carna Rock, com a apresentação de diversas bandas.
 


Fonte: EBC Cultura

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Coleção de cordel de Liêdo Maranhão ganha mostra em Olinda

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Uma das referências como colecionador da Literatura de Cordel brasileira – Liêdo Maranhão – terá parte de seu acervo disponível ao público a partir deste sábado, em Olinda, Pernambuco. A Casa da Memória Popular abrirá para visitação a exposição  “100 Anos de Liêdo Maranhão – A Política no Universo do Cordel”. 

Cerca de 120 folhetos de cordel da coleção particular de Liêdo estarão expostos na Casa da Memória Popular, espaço cultural fundado pelo próprio cineasta, escritor, pesquisador e colecionador pernambucano. A exposição também é uma homenagem ao centenário de nascimento do cineasta, ocorrido em 2025. Ele faleceu em 2014, no Recife.  

As publicações em cordel presentes na exposição trazem um recorte da política brasileira entre as décadas de 1960 e 1990 pelo olhar dos poetas populares. Por meio das rimas, narrativas e imagens das tradicionais xilogravuras, os cordelistas escrevem sobre fatos históricos, personalidades políticas, questões sociais e as transformações pelas quais o Brasil passou nos últimos 40 anos do século passado. 

A exposição conta com trabalhos dos cordelistas José Bernardo da Silva, Manoel D’Almeida Filho, J. Borges, Rodolfo Coelho Cavalcante, Heleno Francisco, entre outros.

A mostra deve ficar aberta ao público pelos próximos 45 dias. A visitação acontece de terça a sábado e precisa de agendamento.

Liêdo Maranhão se dedicou, entre outras funções, à pesquisa e preservação da cultura popular, reunindo mais de 25 mil peças relacionadas ao assunto. 


Fonte: EBC Cultura

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