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Viva Maria se une às homenagens à Malunga Léa Garcia no Carnaval

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Oi, oi, malungas e malungos que estão ligados nesse nosso programa com a mesma força que, nesta edição se expressa na palavra Malunga de origem banto cujo significado tem a ver com o companheirismo em relação às pessoas com quem compartilhamos nossa caminhada na vida! Não por acaso, a Mocidade Alegre, campeã do Carnaval de São Paulo este ano batizou seu enredo em homenagem à atriz Léa Garcia com o termo  “Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra!”

Como bem disse o  carnavalesco Caio Araújo : “Léa Garcia merecia ser campeã com essa homenagem.”

 Viva Maria compartilha esse mesmo sentimento já que Léa Garcia na arte e na vida foi uma grande “Malunga”.

Léa construiu uma trajetória histórica no teatro, no cinema e na televisão, atravessando gerações e abrindo caminhos para artistas pretos no Brasil.

Mais do que um desfile campeão, a vitória consagra uma memória. A avenida virou palco para celebrar uma mulher preta como deusa, protagonista e símbolo de permanência.

“Malunga Léa – Rapsódia de uma Deusa Negra”.  E junto com a gente nesta exaltação está Claudia Alexandre,  uma jornalista paulistana, escritora, apresentadora de TV, professora, pesquisadora e doutora em ciência da religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, que pesquisa samba e religiões de matriz africana.   Ninguém melhor do que ela para estar com a gente nesta edição! 


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Flip 2026 celebra a força da língua portuguesa em Paraty

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Olá, gente amiga deste nosso programa, que se apressa em convidar toda a sua audiência a se sentir na paradisíaca cidade de Paraty, no Rio de Janeiro. A partir de amanhã e até o próximo domingo, a cidade vai reunir escritores, pensadores e artistas do Brasil e do mundo na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026, que este ano tem como tema central “A energia da Língua Portuguesa!” 

Mais do que uma oportuna homenagem, o tema celebra a diversidade e a potência dessa nossa língua-mãe, que une mais de 260 milhões de falantes em todo o mundo.

Ao longo dos próximos cinco dias, a língua portuguesa vai ecoar nas mesas de debate, nas atividades programadas e nos diversos espaços da Flip, como a Tenda dos Autores, uma grande vitrine para livros que fazem história. Que o diga Cristina Serra, jornalista e apresentadora do programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, que teve a oportunidade de lançar, na Flip de 2019, o livro que escreveu sobre a tragédia de Mariana.

Agora, outra obra marcada pela memória e pela busca por justiça chega ao evento.

Sete anos após perder seus dois únicos filhos e a nora, grávida de seu primeiro neto, no rompimento da barragem de Brumadinho, Helena Taliberti transforma o luto em literatura. Depois de criar o Instituto Camila e Luiz Taliberti, ela lança um relato autobiográfico que vai além da dor: é um grito contra o esquecimento e um convite à justiça, à memória e à vida.

O livro será lançado oficialmente na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na Casa Ofício, no dia 25 de julho, às 11h30. Na obra, Helena registra sua trajetória de amor, sofrimento e ressignificação, convidando o público a refletir sobre o luto e a importância de preservar a memória.

O lançamento será marcado pelo painel “Semear futuros, cultivar a vida”, que reunirá Helena Taliberti, a jornalista, escritora e roteirista Jéssica Moreira, autora da coluna Morte sem Tabu, da Folha de S.Paulo, e o jornalista e escritor Jamil Chade, referência na cobertura de direitos humanos e crises humanitárias.


Fonte: EBC Cultura

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