Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate incêndio em carreta carregada com soja

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na noite de quarta-feira (18.2), um incêndio em uma carreta carregada com soja no km 16 da BR-364, em Alto Araguaia (a 418 km de Cuiabá).

A equipe do 1º Núcleo de Bombeiro Militar (1º NBM) foi acionada por volta das 19h20 e uma viatura foi enviada ao local. Ao chegar, os militares constataram que o fogo já havia consumido o cavalo mecânico e atingia os tanques de combustível, além de parte da carga do primeiro semirreboque.

Diante da gravidade da ocorrência, o combate às chamas foi iniciado imediatamente. Com a rápida atuação da equipe, foram montadas duas linhas de ataque, o que possibilitou o controle do incêndio em curto espaço de tempo. Ao todo, foram utilizados aproximadamente 5 mil litros de água.

Parte da carga foi preservada, sendo registrada apenas queima parcial no primeiro semirreboque. Após a extinção do fogo, a equipe deslocou-se para reabastecimento e, posteriormente, retornou ao local para realizar o rescaldo, garantindo a eliminação de possíveis focos remanescentes e a segurança da área.

Apesar das proporções do incêndio, ninguém ficou ferido. O atendimento foi finalizado após duas horas de atuação, por volta das 21h30. As causas da ocorrência ainda não foram informadas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Janete Riva negocia acordo e juíza suspende ação sobre desvio na AL

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A juíza Célia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, suspendeu por 30 dias a ação de improbidade administrativa contra a ex-secretária Janete Riva, pelo desvio de um cheque de R$ 12 mil usado para a compra de gado.

O pedido foi feito pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), que solicitou a suspensão por 90 dias. O motivo alegado foi que as partes estavam conversando para tentar um Acordo de Não Persecução Civil (ANPC), uma espécie de “confissão” para resolver o caso sem uma sentença condenatória definitiva.

O próprio MP foi quem ajuizou a ação, acusando Janete Riva de ter participado de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Mato Grosso na década de 2000.

 

A suspeita é que o esquema pagava empresas “fantasmas” por serviços que nunca foram prestados, a fim de desviar o dinheiro público. No caso de Janete, foi apontado que um dos cheques, no valor de R$ 12 mil, emitido para uma dessas empresas, acabou sendo usado para pagar a compra de 200 cabeças de gado para ela.

O marido de Janete, o ex-deputado estadual José Riva, era réu nesse mesmo processo, mas o caso contra ele foi encerrado porque fez um acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, confessando sua participação nos desvios.

Janete já havia sido condenada a devolver R$ 6 mil em 1ª instância, porém, em fevereiro de 2026, o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou essa condenação, inocentando-a por falta de provas.

“Assim, defiro parcialmente o pedido do requerente e suspendo o processo pelo prazo de trinta (30) dias, prazo este que se mostra proporcional, razoável e suficiente para a finalidade almejada, sem comprometer a duração razoável do processo”, decidiu a magistrada.

Se o acordo for fechado, o processo pode ser resolvido sem a necessidade de uma sentença condenatória definitiva. Caso não aconteça o acordo, o processo seguirá para a fase instrutória.

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