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Shopping Popular promove reciclagem de brigadistas e treinamento de primeiros socorros com colaboradores

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Boa tarde, segue sugestão de pauta! Desejamos uma ótima semana!

Shopping Popular promove reciclagem de brigadistas e treinamento de primeiros socorros com colaboradores*

Os colaboradores do Shopping Popular de Cuiabá participaram, na última sexta-feira (13), da reciclagem do curso de brigadista e primeiros socorros. Mais de 20 colaboradores e associados participam da capacitação, que tem como objetivo atualizar os conhecimentos e preparar a equipe para agir em situações de emergência.

O presidente da Associação dos Camelôs do Shopping Popular, Misael Galvão, reforça a preocupação em manter os colaboradores preparados.

“Esse é um curso de grande relevância e solicitamos que todos os colaboradores participassem. Além disso, abrimos vagas também para os lojistas que tivessem interesse. É um aprendizado que levamos para a vida e que pode ser aplicado em qualquer lugar”, destacou.

O treinamento aborda orientações sobre prevenção e combate a incêndios, além de noções de primeiros socorros, preparando os participantes para agir de forma rápida e segura em situações de emergência.

“Vemos a necessidade de se formar a brigada de incêndio nos mais diversos estabelecimentos, e aqui no Shopping Popular não é diferente. Temos uma empresa que se mostra responsável, não somente com funcionários, mas com todos que circulam por aqui. Isso é muito valoroso e é uma atribuição de todas aquelas empresas conscientes. Ficamos muito satisfeitos de voltar aqui, ver os ensinamentos e fazer uma reciclagem com todos esses brigadistas”, ressalta Silvio dos Santos, coronel veterano do Corpo de Bombeiros e responsável pelo curso.

Uma nova turma ainda será capacitada nos próximos dias, dando continuidade ao processo de formação e reciclagem dos brigadistas do Shopping.

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Liminar do TJMT mantém investigação de estupro de vulnerável

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) obteve decisão liminar favorável no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) que suspendeu o arquivamento de um inquérito policial que apura um crime de estupro de vulnerável na Comarca de Tapurah.A medida foi concedida pela desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, relatora do Mandado de Segurança Criminal impetrado pelo MPMT contra decisão da então Vara Única da comarca, que havia determinado de ofício o encerramento da investigação.O mandado de segurança foi ajuizado pela 1ª Promotoria de Justiça de Tapurah, por meio do promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, após o Juízo de primeiro grau indeferir um pedido de prorrogação de prazo para a realização de diligências complementares e, na sequência, determinar o arquivamento do inquérito policial sem manifestação ministerial pelo encerramento do caso.Na impetração, o MPMT argumentou que o arquivamento determinado de ofício representou interferência em atribuição constitucional do Ministério Público, titular exclusivo da ação penal pública. Conforme destacou o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, a investigação possuía diligência essencial e viável ainda pendente de realização.Ao analisar o pedido liminar, a desembargadora relatora reconheceu, em juízo preliminar, a relevância das alegações apresentadas pelo Ministério Público. Na decisão, destacou que o sistema processual penal brasileiro é regido pelo modelo acusatório, no qual cabe ao Ministério Público formar sua convicção acerca da possibilidade de denúncia, da necessidade de novas diligências ou do arquivamento da investigação.A relatora ressaltou ainda que o requerimento ministerial não consistia em simples pedido genérico de prorrogação, uma vez que foram especificadas diligências concretas e sua finalidade para a conclusão da investigação.Com a concessão da liminar, ficam suspensos os efeitos da decisão que determinou o arquivamento do inquérito policial, preservando-se a possibilidade de realização das diligências consideradas necessárias pelo Ministério Público até o julgamento definitivo do mandado de segurança pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas do Tribunal de Justiça.O MPMT ressalta que, em razão do segredo de justiça que protege a identidade das vítimas, não serão divulgadas informações adicionais sobre o caso concreto ou quaisquer dados que possam, direta ou indiretamente, identificá-las.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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