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Estado investe 17% da arrecadação em obras, revela balanço de 2025 entregue ao Tribunal de Contas

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, e o conselheiro-relator José Carlos Novelli, receberam, do governador Mauro Mendes, as contas anuais do Governo do Estado, referentes ao exercício de 2025. Durante a entrega, realizada nesta quarta-feira (18), o presidente chamou a atenção para a evolução dos indicadores fiscais observada nos últimos anos.

“Há todo um controle que, ao que nos parece, é melhor ainda do que no ano passado. O estado está crescendo na sua estrutura e investindo, neste ano, 17% do que arrecadou, tudo em receita própria, sem empréstimos. Então, o que vemos é um estado equilibrado e certamente esse será o resultado da análise dessas contas”, afirmou.

De acordo com o governador, a atual política de equilíbrio fiscal tem garantido ao Estado capacidade de investimento em diferentes setores. Na ocasião, Mendes também ressaltou que, para além de uma obrigação legal, a entrega das contas reforça o compromisso do Executivo com a transparência.

“O governo vem mantendo uma performance muito adequada de investimentos e de retorno ao cidadão de tudo aquilo que arrecadamos de impostos. Estamos entregando obras de infraestrutura, como pontes, estradas, escolas e hospitais, fazendo com que o dinheiro público contribua para um estado melhor de se viver”, disse.

O balanço tem prazo de até 60 dias para apreciação em Plenário, seguindo posteriormente para julgamento na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). “Recebemos com muita tranquilidade essas contas. O governo vem demonstrando que, além dos ajustes fiscais necessários, tem feito um programa de infraestrutura significativo e, com isso, tem correspondido às expectativas da sociedade, dos produtores e de todos que vivem em Mato Grosso”, pontuou o conselheiro-relator, José Carlos Novelli.

Já o secretário de Estado de Fazenda (Sefaz-MT), Rogério Gallo, destacou o cenário de superávit e lembrou que o Estado recebeu, no ano passado, nota A+ da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a classificação máxima na avaliação da Capacidade de Pagamento (Capag) e da qualidade das informações fiscais.

“Ter as contas públicas sanadas é muito importante para que as pessoas tenham acesso a um bom serviço público, com qualidade. Pelo sexto ano consecutivo, de 2020 a 2025, terminamos com capacidade de pagamento ‘A’, e isso se reflete diretamente em benefícios para a população”, concluiu.

Contas de Governo

 Nas contas anuais de governo, o TCE-MT avalia a lisura das decisões dos chefes do Executivo estadual e municipais, a partir da análise do planejamento e do cumprimento das leis. Com base nisso, o Tribunal se manifesta sobre a condição financeira, orçamentária e patrimonial no período de responsabilidade de cada gestor.

Nesse processo, os relatores observam, entre outros critérios, o cumprimento de limites constitucionais e legais, a execução dos programas previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA), a transparência dos atos, os resultados das políticas públicas e os indicadores de desenvolvimento econômico e social registrados no período.

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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