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Após reunião com Valdemar, Pivetta diz que aliança ocorrerá somente se PL recuar

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O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), negou ter tratado com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, sobre um eventual apoio do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), à sua pré-candidatura ao Governo do Estado.

“Não chegamos a falar sobre isso”, disse Pivetta, nesta quarta-feira (18).

Segundo o vice-governador, a visita ocorreu porque existe um relacionamento partidário entre seu grupo político e o diretório nacional do PL. “Na última eleição caminhamos juntos e representamos aqui em Mato Grosso um governo que fez e faz história como poucos governos fizeram até aqui”, destacou.

 

Questionado se pode firmar uma aliança com o PL em Mato Grosso, Pivetta afirmou que essa possibilidade só será viável caso os liberalistas declarem apoio ao seu projeto ao Palácio Paiaguás. O PL tem como pré-candidato ao Governo o senador Wellington Fagundes.

“Acho pouco provável, eles têm um candidato, nós temos nosso candidato, estou me preparando para ser o candidato do nosso grupo. Se o PL quiser compor, tem espaço. Caso contrário, vamos disputar, não tem problema não”, disparou.

 

 

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Governador declara facções criminosas como organizações terroristas

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O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.

Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.

“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.

Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.

O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.

O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.

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