Mato Grosso
Após aval da Ager, prefeita sinaliza para aumento da tarifa de água: “remédio amargo”
Mato Grosso
Prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), disse à imprensa nesta sexta-feira (20), que já estuda a possibilidade de aumentar a tarifa de água no município. A prefeita disse que essa foi uma recomendação da Ager, que aguarda números da Fipe e afirmou que – se preciso – vai tomar esse “remédio amargo”.
A recomendação da Ager é para que a prefeita majore a tarifa em 24,33%. “Se tiver que tomar esse remédio amargo, eu vou tomar”, disse a prefeita. O último reajuste aplicado no município ocorreu em junho de 2022, segundo dados da Ager.
Conforme a prefeita, “a população tem que entender que no DAE a conta é negativa. É negativa porque não teve reajuste e nem reajuste da tarifa técnica durante todos esses anos por conta do caos e porque nenhum político teve coragem de fazer a aplicação desse reajuste”, emendou.
“A Ager aconselhou por necessidade e também a Fipe está vindo com os números, então eu vou estudar, fazer todas as ponderações e se for ter que tomar esse remédio amargo, vou ter que tomar”, reforçou a prefeita “Em algum momento é provável que eu possa ter que tomar esse remédio amargo para que a gente possa ter a concessão, a viabilidade da outorga do DAE”, completou Moretti.
Cuiabá
Governador declara facções criminosas como organizações terroristas
O governador Otaviano Pivetta enviou, nesta quinta-feira (22.10), projeto de lei à Assembleia Legislativa para declarar facções criminosas, que atuam em Mato Grosso, como organizações terroristas.
Conforme a proposta, as forças de segurança de Mato Grosso poderão estabelecer protocolos específicos para o combate às facções que atuam no Estado.
“Queremos que nossas forças de segurança tenham todos os mecanismos necessários para combater esses criminosos, que na verdade são terroristas. Em Mato Grosso, vamos combater duramente os crimes, com tolerância zero, e não vamos descansar enquanto nossos cidadãos de bem não estiverem seguros, porque nosso trabalho é para dar segurança à nossa população”, afirmou Pivetta.
Inicialmente, a proposta estabelece duas facções como terroristas, mas também estabelece que outras podem ser incluídas no contexto.
O documento reconhece que a atuação das facções não se limita ao território estadual e, por isso, reforça a necessidade de coordenação das forças de segurança em cooperação com agentes nacionais, internacionais e de outros Estados.
O projeto de lei passará por votação pelos deputados estaduais.
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