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Mendes avalia como adequada decisão do STF que concedeu prisão domiciliar a Bolsonaro

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), comentou nesta quarta-feira (25) a decisão do Supremo Tribunal Federal que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Para ele, a medida foi acertada diante do estado de saúde do ex-chefe do Executivo.

Segundo Mendes, a condição clínica de Bolsonaro justificava a mudança no regime de cumprimento da pena. “Ele estava debilitado, em uma situação que exigia esse tipo de medida. Foi uma decisão adequada”, afirmou.

O governador também comparou o caso ao do ex-presidente Fernando Collor, que já teve prisão domiciliar concedida por razões médicas. Na avaliação dele, não há indícios de interferência política na decisão tomada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Apesar disso, Mendes reconheceu o peso político de Bolsonaro e o impacto que a medida pode ter no cenário eleitoral. “É uma liderança expressiva, com forte influência em diversos segmentos. Naturalmente, isso pode refletir nas eleições”, pontuou, acrescentando que vê com bons olhos o fato de o ex-presidente estar em casa durante a recuperação.

A prisão domiciliar será cumprida após a alta hospitalar de Bolsonaro, internado desde o dia 13 no Hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de pneumonia bacteriana.

De acordo com a decisão de Moraes, o benefício terá duração inicial de 90 dias. Ao fim desse prazo, a situação deverá ser reavaliada, podendo haver nova perícia médica para definição sobre a continuidade da medida.

O ministro também determinou o uso de tornozeleira eletrônica durante o período de prisão domiciliar.

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Real Time: Flávio tem 52% e Lula aparece com 48% dos votos válidos

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Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20/10) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com 52% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da Presidência da República. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, aparece com 48%. Ambos estão empatados tecnicamente no limite da margem de erro.

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, e incluindo brancos, nulos e indecisos, Flávio registra 48% das intenções de voto, contra 45% de Lula. A diferença de três pontos configura empate técnico dentro da margem de erro.

Veja os números:

Flávio Bolsonaro (PL): 48%;
Lula (PT): 45%;
Brancos e nulos: 5%;
Não sabem ou não responderam: 2%.

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem lista de candidatos, Flávio tem 47%, enquanto Lula soma 44%. Outros 5% afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 4% não souberam responder.

O levantamento foi realizado entre 15 e 19 de outubro, com 2 mil eleitores de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número BR-02952/2026.

 

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