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Via Sacra do Morro da Capelinha mostra a força e a fé da comunidade

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Uma das maiores encenações da Paixão e Morte de Cristo do Brasil completa neste ano 53 edições. É a tradicional Via Sacra do Morro da Capelinha, que vai ocorrer nesta sexta-feira, 3, a partir das 16h, logo após a Celebração da Cruz, que inicia às 15h.

Mas a programação do evento começa já nesta quinta-feira, com uma encenação da Santa Ceia, depois da Missa marcada para as 20h.

A Via Sacra do Morro da Capelinha é realizada em Planaltina, no Distrito Federal, e reúne milhares de fiéis e turistas todos os anos.

Somente na edição do ano passado, foram registradas mais de 100 mil pessoas presentes no espetáculo, além de 1,4 mil voluntários, que incluem atores, figurantes e a equipe de produção.

O diretor geral do grupo da Via Sacra do Morro da Capelinha, Preto Rezende, explica que o evento foi criado pelo Padre Aleixo Susin, após o pároco sonhar com jovens encenando a Paixão de Cristo.

“Ele tinha o hábito de ir ao Morro da Capelinha e, em oração, costumava contemplar a paisagem e ele disse que viu, como em sonho, jovens encenando e representando a Paixão de Cristo, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo lá nesse Morro da Capelinha. E ele trouxe isso pra dentro da Paróquia e trouxe grupos para poder participar”.

Preto Rezende ainda afirma que foi a força da comunidade de Planaltina que tornou esse evento tão tradicional não só no Distrito Federal, mas em todo o Brasil.

“O que levou essa celebração a se tornar tão tradicional foi a força dessa comunidade de Planaltina. Dessas pessoas, desses 1,4 mil membros, todos voluntários, fazendo esse trabalho de evangelização através da arte”.

No início de março, um Projeto de Lei que reconhece a Via Sacra do Morro da Capelinha como manifestação da cultura nacional foi aprovado pela Comissão de Educação e Cultura do Senado. O texto agora deverá ser apreciado pela Câmara dos Deputados.

*Com supervisão de Bianca Paiva


Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Flip 2026 celebra a força da língua portuguesa em Paraty

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Olá, gente amiga deste nosso programa, que se apressa em convidar toda a sua audiência a se sentir na paradisíaca cidade de Paraty, no Rio de Janeiro. A partir de amanhã e até o próximo domingo, a cidade vai reunir escritores, pensadores e artistas do Brasil e do mundo na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026, que este ano tem como tema central “A energia da Língua Portuguesa!” 

Mais do que uma oportuna homenagem, o tema celebra a diversidade e a potência dessa nossa língua-mãe, que une mais de 260 milhões de falantes em todo o mundo.

Ao longo dos próximos cinco dias, a língua portuguesa vai ecoar nas mesas de debate, nas atividades programadas e nos diversos espaços da Flip, como a Tenda dos Autores, uma grande vitrine para livros que fazem história. Que o diga Cristina Serra, jornalista e apresentadora do programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, que teve a oportunidade de lançar, na Flip de 2019, o livro que escreveu sobre a tragédia de Mariana.

Agora, outra obra marcada pela memória e pela busca por justiça chega ao evento.

Sete anos após perder seus dois únicos filhos e a nora, grávida de seu primeiro neto, no rompimento da barragem de Brumadinho, Helena Taliberti transforma o luto em literatura. Depois de criar o Instituto Camila e Luiz Taliberti, ela lança um relato autobiográfico que vai além da dor: é um grito contra o esquecimento e um convite à justiça, à memória e à vida.

O livro será lançado oficialmente na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na Casa Ofício, no dia 25 de julho, às 11h30. Na obra, Helena registra sua trajetória de amor, sofrimento e ressignificação, convidando o público a refletir sobre o luto e a importância de preservar a memória.

O lançamento será marcado pelo painel “Semear futuros, cultivar a vida”, que reunirá Helena Taliberti, a jornalista, escritora e roteirista Jéssica Moreira, autora da coluna Morte sem Tabu, da Folha de S.Paulo, e o jornalista e escritor Jamil Chade, referência na cobertura de direitos humanos e crises humanitárias.


Fonte: EBC Cultura

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