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Maceió recebe festival de mulheres percussionistas

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Maceió recebe alguns grupos percussivos nordestinos formados por mulheres para o 3º Festival Yá Dandara: Vozes e Ritmos do Feminino. 

O encontro gratuito começou nesta sexta-feira (10), e, até sábado (11), promove várias vivências percussivas, debates, feira de empreendedoras e gastronomia afro no Museu Theo Brandão, no centro da capital alagoana. 

O foco desta terceira edição é fortalecer a rede de cooperação entre mulheres percussionistas do Nordeste e a preservação do patrimônio imaterial.

Nesta sexta, acontecem oficinas de Maracatu e Tambor para participantes já inscritos previamente. No sábado, a partir das 10h, acontece a Gira de Saberes; uma mesa de diálogo aberta ao público que reúne lideranças da percussão feminina de Alagoas, Sergipe, Bahia e Pernambuco. 

Encerrando a programação, a partir das 16h, o palco do museu recebe os shows dos grupos Baque Alagoano e Maracatu Yá Dandara, de Alagoas; o Samba de Pareia, de Sergipe; as baianas de Yayá Muxima e o Tambores de Saia, de Pernambuco.

A programação completa está no perfil oficial do evento no instagram.
 




Fonte: EBC Cultura

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Viva Maria: Flip 2026 celebra a força da língua portuguesa em Paraty

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Olá, gente amiga deste nosso programa, que se apressa em convidar toda a sua audiência a se sentir na paradisíaca cidade de Paraty, no Rio de Janeiro. A partir de amanhã e até o próximo domingo, a cidade vai reunir escritores, pensadores e artistas do Brasil e do mundo na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) 2026, que este ano tem como tema central “A energia da Língua Portuguesa!” 

Mais do que uma oportuna homenagem, o tema celebra a diversidade e a potência dessa nossa língua-mãe, que une mais de 260 milhões de falantes em todo o mundo.

Ao longo dos próximos cinco dias, a língua portuguesa vai ecoar nas mesas de debate, nas atividades programadas e nos diversos espaços da Flip, como a Tenda dos Autores, uma grande vitrine para livros que fazem história. Que o diga Cristina Serra, jornalista e apresentadora do programa Brasil no Mundo, da TV Brasil, que teve a oportunidade de lançar, na Flip de 2019, o livro que escreveu sobre a tragédia de Mariana.

Agora, outra obra marcada pela memória e pela busca por justiça chega ao evento.

Sete anos após perder seus dois únicos filhos e a nora, grávida de seu primeiro neto, no rompimento da barragem de Brumadinho, Helena Taliberti transforma o luto em literatura. Depois de criar o Instituto Camila e Luiz Taliberti, ela lança um relato autobiográfico que vai além da dor: é um grito contra o esquecimento e um convite à justiça, à memória e à vida.

O livro será lançado oficialmente na 24ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), na Casa Ofício, no dia 25 de julho, às 11h30. Na obra, Helena registra sua trajetória de amor, sofrimento e ressignificação, convidando o público a refletir sobre o luto e a importância de preservar a memória.

O lançamento será marcado pelo painel “Semear futuros, cultivar a vida”, que reunirá Helena Taliberti, a jornalista, escritora e roteirista Jéssica Moreira, autora da coluna Morte sem Tabu, da Folha de S.Paulo, e o jornalista e escritor Jamil Chade, referência na cobertura de direitos humanos e crises humanitárias.


Fonte: EBC Cultura

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