Cuiabá

Ilde convida Dilemário para chapa e diz que falta apenas um nome para fechar disputa

Publicado em

Cuiabá

O vereador Ilde Taques (Podemos) avançou nas articulações para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Cuiabá e convidou o colega Dilemário Alencar (União), líder do prefeito no Legislativo, para integrar sua chapa na disputa pela presidência da Casa.

Segundo Ilde, a composição está praticamente fechada, restando apenas a definição de um último nome para completar o grupo. O parlamentar destacou que a presença de Dilemário agregaria experiência à chapa, citando o histórico de cinco mandatos do vereador e sua atuação política consolidada.

 

 

A formação já conta com o próprio Ilde, além dos vereadores Eduardo Magalhães (Republicanos) e Michelly Alencar (União). O grupo ainda trabalha para fechar a quinta vaga, que deverá ocupar a segunda secretaria, enquanto há articulação para incluir a atual presidente Paula Calil (PL) na função de primeira secretária.

O convite ocorre em meio a um cenário de desgaste dentro da base do prefeito Abilio Brunini (PL). Dilemário criticou publicamente o gestor após a sugestão de que ele e Ilde desistissem da disputa para apoiar a reeleição de Paula Calil, o que elevou a tensão entre aliados.

Apesar do ambiente conturbado, Ilde reforçou que não pretende recuar da candidatura e afirmou que segue trabalhando para construir consenso entre os vereadores, buscando uma chapa competitiva sem interferência externa.

A eleição da Mesa Diretora está marcada para o dia 25 de agosto e definirá os parlamentares que comandarão o Legislativo cuiabano no biênio 2027/2028.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cuiabá

Ilde nega articulação de compra de voto em VG e diz que buscas não o ligaram a irregularidades

Publicados

em

Vereador eleito presidente da Câmara de Cuiabá diz que colaborou com o Gaeco, nega participação em negociações ilegais e afirma que agentes levaram apenas seu celular durante operação.

O vereador Ilde Taques (Podemos), eleito presidente da Câmara Municipal de Cuiabá para o biênio 2027/2028, negou envolvimento em supostas articulações ilegais relacionadas à eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande. A manifestação ocorreu após o parlamentar ser alvo de mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Cathedra Venalis, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Segundo Ilde, os agentes não encontraram materiais que, na avaliação dele, indiquem participação em irregularidades. O vereador afirmou que recebeu as autoridades com tranquilidade e colaborou com o cumprimento da ordem judicial.

Em declarações à imprensa, o parlamentar disse que os investigadores levaram apenas seu aparelho celular. Ele também confirmou que participou de um almoço com vereadores de Várzea Grande antes da eleição da Mesa Diretora, mas sustentou que o encontro teve caráter de confraternização, sem discussões sobre articulações políticas ou negociação de votos. <Cite refs={[“turn294942search2″,”turn294942search3”]}/>

Defesa nega participação em articulações ilegais

Em nota assinada pelo advogado Eduardo Mahon, Ilde afirmou que não tem relação com negociações ilegais envolvendo a escolha da direção do Legislativo várzea-grandense.

A defesa informou ainda que o vereador não teve acesso aos autos, que tramitam sob sigilo, e que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

O parlamentar pretende continuar exercendo normalmente suas atividades legislativas enquanto aguarda o avanço das investigações.

Operação apura suspeitas de corrupção

A Operação Cathedra Venalis investiga suspeitas de corrupção, obtenção de vantagens indevidas e cooptação de agentes públicos relacionadas à eleição da Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande.

A ação incluiu mandados de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Ilde e o vereador cuiabano Alex Rodrigues estão entre os parlamentares da Capital alcançados pelas diligências. <Cite refs={[“turn294942search1″,”turn294942search4”]}/>

O caso ganhou repercussão diante das suspeitas de possíveis negociações políticas envolvendo a disputa pelo comando do Legislativo municipal.

Até o momento, as declarações de Ilde representam a versão apresentada pelo parlamentar e por sua defesa. O cumprimento de mandado de busca e apreensão não comprova, por si só, a prática de crime, e a investigação segue em andamento.

VIPMT — Informação, política e bastidores de Mato Grosso.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA