Cuiabá

Morro da Luz deve ser revitalizado e integrado a circuito histórico com novo Plano Diretor

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Cuiabá

O Morro da Luz deve passar por um processo de revitalização dentro das ações previstas no novo Plano Diretor de Cuiabá. A proposta integra o conjunto de intervenções voltadas à recuperação do Centro Histórico e à valorização de espaços públicos estratégicos da capital, e foi apresentada nesta semana pelo prefeito Abilio Brunini, durante reunião no Palácio Alencastro, sede da Prefeitura.

O local está inserido entre as áreas prioritárias para os primeiros anos de implementação do plano, que prevê ações entre 2026 e 2029. Entre as medidas estão melhorias na infraestrutura, ampliação da iluminação, aumento da segurança e criação de espaços voltados ao lazer e à convivência.

A iniciativa também prevê a conexão do Morro da Luz com outros pontos históricos da cidade, como parte de um projeto mais amplo de valorização do chamado “caminho das igrejas” e de requalificação urbana da região central.

Além disso, o plano considera a participação da iniciativa privada como alternativa para manutenção e dinamização do espaço, por meio de parcerias e concessões, com o objetivo de garantir maior conservação e uso contínuo da área.

Segundo o prefeito Abilio Brunini, o Morro da Luz tem importância histórica e potencial ainda pouco explorado, o que justifica a proposta de transformação do espaço.

“O Morro da Luz foi o primeiro Jardim Botânico de Cuiabá, declarado por Dom Pedro I. A ideia era que fosse um espaço fitoterápico, com plantas medicinais. Hoje, é um local com insegurança e vários problemas. A proposta é tornar o Morro da Luz o lugar mais monitorado de Cuiabá, com iluminação, espaços de lazer e participação da iniciativa privada”, afirmou.

A proposta integra o modelo “Cuiabá – cidade para pessoas”, que busca promover a requalificação de áreas urbanas, incentivar o uso de espaços públicos e fortalecer a identidade histórica e cultural da capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Fávaro pede remoção de reportagens e direito de resposta após ação movida por pesquisadora

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O senador Carlos Fávaro (PSD) informou, nesta segunda-feira (20), que ingressou com uma representação na Justiça Eleitoral para solicitar a retirada de reportagens que relacionam seu nome a uma ação de indenização proposta por uma pesquisadora em Cuiabá. Além da remoção das publicações, o parlamentar requer a concessão de direito de resposta nos mesmos veículos de comunicação.

Em nota, Fávaro afirma que as matérias fazem parte de uma campanha de desinformação com objetivo de prejudicar sua imagem durante o período eleitoral.

“O que assistimos nos últimos dias foi uma tentativa deliberada e orquestrada de associar o meu nome a uma denúncia com o nítido objetivo de gerar prejuízo político em pleno período eleitoral”, declarou.

Segundo a defesa do senador, o contrato para a realização da pesquisa foi firmado entre o Diretório Estadual do PSD de Mato Grosso e a empresa Rumo Serviços Publicitários Ltda., responsável pela execução do trabalho e pela contratação das equipes de campo. Os advogados sustentam que Fávaro não participou da contratação nem da gestão dos pesquisadores envolvidos.

Na representação, a defesa também questiona aspectos formais da ação de indenização apresentada pela pesquisadora, argumentando que documentos como a procuração e a declaração de hipossuficiência teriam sido protocolados sem assinatura.

Entenda o caso

A manifestação do senador ocorre após uma pesquisadora ajuizar uma ação na Justiça em que pede indenização de R$ 65,6 mil. No processo, ela afirma ter sido contratada para atuar em uma pesquisa de opinião pública com remuneração mensal de R$ 1,8 mil, mas alega que, posteriormente, o modelo de pagamento foi alterado para diárias de R$ 75 condicionadas ao cumprimento de metas.

A autora da ação também sustenta que passou a receber apenas pelas entrevistas consideradas válidas, sem que houvesse critérios claros para a aprovação dos questionários, e afirma ter realizado 499 entrevistas durante o período em que trabalhou.

Entre as alegações apresentadas à Justiça, a pesquisadora afirma ainda que os entrevistadores eram orientados, por meio de um grupo de WhatsApp, a enviar fotografias para comprovar a realização das entrevistas, situação que, segundo ela, os expunha a riscos durante o trabalho. Ela também relata que não havia fornecimento de água potável para a equipe durante a jornada.

O processo segue em tramitação. A juíza Ana Cristina Silva Mendes determinou o encaminhamento do caso ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), onde as partes poderão buscar uma solução consensual antes do prosseguimento da ação.

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