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“Não há desenvolvimento duradouro onde as regras do jogo não são claras”, afirma Max

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No Fórum Economia e Desenvolvimento Institucional, realizado nesta terça-feira (14) em parceria entre o Grupo de Líderes Empresariais (LIDE) e a Assembleia Legislativa (ALMT), o deputado Max Russi (Podemos) enfatizou o papel vital das instituições públicas na manutenção de um ambiente de negócios próspero.

Sob o tema “Crescimento sustentável depende de instituições sólidas”, o evento reuniu figuras centrais da política e economia nacional, incluindo o ex-ministro Henrique Meirelles e o senador Hamilton Mourão.

Durante a abertura, Russi defendeu que a previsibilidade é o pilar de qualquer avanço econômico. “Não há ambiente de negócios saudável onde impera a insegurança jurídica”, pontuou o deputado, ressaltando que o Brasil de 2026 exige decisões estratégicas e respeito às normas estabelecidas. Para ele, o progresso do estado não é fruto de um esforço isolado, mas de uma construção coletiva entre os diversos setores da sociedade.

O parlamentar destacou a evolução de Mato Grosso, que ultrapassou o rótulo de potência exclusivamente agropecuária para se tornar um polo de tecnologia, logística e sustentabilidade conectado ao mercado global.

“Essa presença plural e qualificada demonstra que o desenvolvimento econômico e institucional não é obra de um único setor, mas sim resultado de responsabilidade compartilhada, diálogo permanente e construção coletiva”, afirmou Russi.

O presidente do LIDE, Igor Taques, destacou a atuação de Max Russi à frente da Casa de Leis, pontuando que sua gestão tem buscado soluções além das fronteiras do plenário.

“O Max tem atuado no legislativo, mas também da porta para fora, conversando com a sociedade, dialogando com a classe produtiva, produtores e empresários. Encontrar as soluções dos nossos problemas e entender os cenários internos e externos faz parte das discussões que teremos nesta manhã”, declarou Taques.

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Mauro Mendes elogia Manciolli para Casa Civil e diz que Pivetta deve ter liberdade para trocar secretários

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O senador eleito Mauro Mendes (União) elogiou a escolha do governador eleito Otaviano Pivetta (Republicanos) para o comando da Casa Civil de Mato Grosso. O empresário Eduardo Manciolli foi anunciado para a função na última terça-feira (13) e, na avaliação do ex-governador, poderá contribuir com uma das principais atribuições da pasta: a articulação política do Executivo estadual.

Mauro afirmou que conhece Manciolli e avaliou positivamente a indicação. “Eu conheço o Manciolli, com certeza é um bom nome, e vai ajudá-lo na articulação, que é o papel importante da Casa Civil”, declarou.

 

 

 

Além de comentar a escolha para a secretaria, o ex-governador defendeu que Pivetta tenha autonomia para montar a própria equipe de governo. Para Mauro, a decisão sobre a permanência de secretários e a eventual substituição de integrantes do primeiro escalão deve caber ao novo chefe do Executivo, sem interferências que limitem sua capacidade de definir os rumos da gestão.

Mauro compara escolha de equipe à própria gestão

Ao defender a liberdade de Pivetta para reorganizar o secretariado, Mauro recorreu à experiência que teve à frente do Palácio Paiaguás. Segundo ele, durante sua gestão, teve autonomia para escolher os integrantes da equipe e considera que o sucessor deve contar com a mesma prerrogativa.

“Eu defendo que o governador tenha autonomia, como eu tive para escolher o seu secretariado. Eu tive essa autonomia, escolhi quem eu quis, ele tem o direito de escolher quem ele quer para ficar, para continuar, para mudar”, afirmou.

Mauro acrescentou que exerceu esse direito durante o mandato e que Pivetta deve ter liberdade para promover as mudanças que considerar necessárias. A declaração reforça a posição do ex-governador de que cabe ao novo chefe do Executivo definir a composição administrativa de acordo com as prioridades de sua gestão.

 

“Eu exerci esse direito e ele tem toda a liberdade para fazer as escolhas que ele julgar melhor para mudar a equipe dele”, completou.

Manciolli assume função de articulação política

À frente da Casa Civil, Eduardo Manciolli terá entre as principais responsabilidades a articulação do governo estadual com os demais Poderes e instituições, além da coordenação do diálogo entre as secretarias. A pasta ocupa uma posição estratégica na interlocução política e administrativa do Executivo.

Antes do anúncio, a Casa Civil era comandada por Adjaime Ramos, que retorna à função de secretário adjunto de Relações Políticas. A mudança faz parte da reorganização da equipe de Pivetta, que assumiu o governo estadual após a saída de Mauro Mendes para disputar uma vaga no Senado.

Fonte Olhar Direto

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