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Prefeitura garante ônibus a cada 30 minutos para o Festival da Pamonha

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A Prefeitura de Cuiabá disponibilizou transporte público especial para garantir o acesso das famílias ao 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes, realizado entre os dias 18 e 21 de abril, na rodovia MT-251. Durante o evento, os ônibus sairão a cada 30 minutos, partindo do Shopping Pantanal, com integração às demais linhas da cidade, facilitando o deslocamento até o local.

A medida busca ampliar o acesso da população a um dos eventos mais tradicionais da capital, que deve reunir milhares de visitantes ao longo dos quatro dias. Neste sábado (18), o serviço funciona normalmente, com cobrança de tarifa. Já no domingo (19), as linhas seguem operando com a mesma frequência, mas sem custo para os passageiros, conforme a gratuidade do transporte público aos domingos em Cuiabá. Para utilizar o sistema, é necessário apresentar o cartão de transporte.

Além de facilitar o acesso, a iniciativa reforça o incentivo à participação popular no festival, que é reconhecido por valorizar a cultura e a produção local. A programação reúne gastronomia típica, atrações culturais e movimenta a economia rural, com a participação de dezenas de famílias produtoras.

Neste ano, o evento traz como novidade o 1º Concurso da Melhor Pamonha de Cuiabá, ampliando a programação e incentivando a qualidade da produção. A competição será dividida nas categorias pamonha doce, pamonha salgada e barraca mais decorada, com avaliação baseada em critérios como sabor, textura, criatividade e apresentação.

Criado em 2018, o festival já se consolidou como vitrine para pequenos produtores e deve movimentar grande volume de milho e visitantes nesta edição. Com transporte garantido e programação diversificada, a expectativa é de que ainda mais cuiabanos participem da festa, fortalecendo a tradição e a economia local.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Candidatos trocam acusações, ironias e até citam “fundão milionário” em debate ao Governo

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O debate entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso, realizado nesta terça-feira (1º) pela TV Vila Real, foi marcado por troca de acusações, ironias e confrontos diretos entre os seis postulantes ao Palácio Paiaguás. Com liberdade para escolher os adversários e os temas das perguntas, os candidatos aproveitaram o espaço para elevar o tom da disputa.

O governador e candidato à reeleição Otaviano Pivetta (Republicanos), o senador Wellington Fagundes (PL) e a médica Natasha Slhessarenko (PSD) estiveram entre os principais alvos, mas os candidatos de partidos menores também buscaram espaço no confronto.

Um dos embates envolveu o candidato Rafaell Millas (Missão) e Wellington. Millas questionou o senador sobre as operações Sanguessuga, Ararath e Atlântida. Wellington respondeu reafirmando sua inocência e partiu para o ataque, chamando Millas de “candidato de aluguel” e insinuando que ele teria simpatia pela candidatura de Pivetta. O representante do Missão reagiu com ironia e voltou a chamar o senador de “melancia”, apelido que adversários passaram a usar contra Wellington.

Sargento Laudicério (Agir) também elevou o tom ao confrontar Pivetta sobre violência contra a mulher. O candidato resgatou um caso de agressão envolvendo o governador e questionou quais medidas o Estado adotaria para impedir que mulheres vítimas de violência retornassem aos agressores por dependência financeira.

Pivetta respondeu citando a ampliação das delegacias especializadas de proteção à mulher durante sua gestão, mas Laudicério considerou a resposta insuficiente e insistiu em uma posição mais incisiva do governador.

Natasha também direcionou uma pergunta a Pivetta e o questionou sobre a possibilidade de criar uma espécie de Lei da Ficha Limpa para impedir que pessoas com histórico de agressão contra mulheres possam ocupar cargos públicos. O governador concordou com a proposta e afirmou que o Estado pode avançar nas políticas de proteção às mulheres.

A disputa pelo chamado fundão eleitoral também entrou no debate. Maurício Coelho (Mobiliza) questionou Laudicério sobre a concentração de recursos nas campanhas dos principais candidatos, citando Natasha, Pivetta e Wellington. Sem grandes recursos partidários, o candidato do Agir aproveitou para pedir doações e afirmou que faz uma campanha “voto a voto” nas ruas.

Maurício também confrontou Natasha sobre sua proposta de cashback na cesta básica. A candidata rebateu, acusando o adversário de fazer perguntas mal-intencionadas e lembrando que partidos maiores possuem mais recursos justamente por causa da estrutura das legendas. No contra-ataque, Natasha ainda afirmou que Maurício deveria dar explicações sobre questionamentos envolvendo seu nome.

Outro momento de tensão ocorreu quando Wellington voltou a defender sua trajetória política e aproveitou para atacar a gestão estadual. Ao falar sobre educação, o senador afirmou que ajudou a melhorar os índices do Estado e citou supostas irregularidades, como denúncias de superfaturamento na compra de livros. Pivetta reagiu defendendo os avanços conquistados pela atual administração.

Natasha, por sua vez, buscou apresentar propostas ligadas à industrialização e à redução da desigualdade. A candidata defendeu agregar valor à produção de Mato Grosso e citou setores como algodão, ouro e couro, além de chamar atenção para a população em situação de vulnerabilidade social.

O bloco ainda teve espaço para ataques envolvendo supostos casos de corrupção e antigos episódios da vida política dos candidatos. Pivetta e Wellington protagonizaram novos confrontos e mantiveram o tom mais agressivo do debate, enquanto os demais concorrentes tentaram aproveitar a exposição para se apresentar como alternativas aos dois principais nomes da disputa.

Com seis candidatos frente a frente, o segundo bloco deixou claro que, além das propostas de governo, a campanha eleitoral deve ser marcada também pelo resgate de episódios do passado, acusações pessoais e uma disputa intensa por espaço entre os concorrentes.

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