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Corregedoria acompanha caso e delegado baleado e investigador da PC prestam depoimento

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Conteúdo/ODOC – A Corregedoria-Geral da Polícia Civil informou que acompanha o caso envolvendo o delegado Bruno França, baleado no fim da noite desta quarta-feira (13), após uma discussão seguida de troca de tiros com um investigador da Polícia Civil, no bairro Recanto dos Pássaros, em Sorriso (420 km de Cuiabá). O carro do delegado ficou crivado de balas, com cerca de 15 perfurações.

Em nota, a Polícia Civil informou que Bruno França e o investigador, cuja identidade não foi divulgada, prestam esclarecimentos formais nesta quinta-feira (14) à equipe da Corregedoria-Geral, responsável por apurar as circunstâncias do caso e adotar as medidas cabíveis.

Segundo o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, o caso aconteceu por volta das 22h20. Durante rondas pela região, policiais militares ouviram diversos disparos de arma de fogo e seguiram até o local.

Ao chegarem, encontraram o investigador dentro da residência, armado e em estado de nervosismo. Conforme o relato dele, o delegado teria ido até sua casa para ameaçá-lo e tentar matá-lo, o que teria provocado o confronto armado.

Com o investigador, os policiais apreenderam uma pistola Glock 19, que estava em suas mãos, além de uma espingarda calibre 12 encontrada na residência e que, supostamente, também teria sido usada durante a troca de tiros. Também foram recolhidas 41 munições calibre 9 milímetros e carregadores. O policial civil foi encaminhado à delegacia.

Mesmo ferido, Bruno França conseguiu dirigir até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu os primeiros socorros. Em seguida, ele foi transferido para um hospital particular da região.

De acordo com familiares, o delegado foi atingido nas mãos, perdeu dois dedos e precisou passar por cirurgia. O estado de saúde dele é considerado estável.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

Leia a nota:

A Polícia Civil informa que a Corregedoria-Geral acompanha, em Sorriso, a ocorrência envolvendo dois policiais civis registrada na noite de quarta-feira (13.5).

Os envolvidos prestam esclarecimentos formais neste momento à equipe da Corregedoria-Geral que apura as circunstâncias do caso, visando adotar as providências cabíveis.

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Idosa suspeita de matar marido de 79 anos em Cuiabá é presa e alega problemas psicológicos

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta quarta-feira (13), uma mulher de 68 anos, investigada por assassinar o companheiro, de 79 anos, a golpes de facão, no bairro Pedra 90, em Cuiabá.

O crime ocorreu no dia 6 de março. A vítima, Joaquim José de Alencar, foi encontrada morta no dia 7 de março, no quarto da residência do casal, com lesões na cabeça e no pescoço provocadas por instrumento perfurocortante. Perto do corpo havia um facão com manchas de sangue.

Na manhã do dia 7, a filha da suspeita foi até uma base da Polícia Militar pedir apoio para ir até a casa da mãe, onde o padrasto foi encontrado morto.

Questionada, a filha, de 41 anos, contou que a mãe foi à casa dela por volta das 22h30 do dia 6 de março e disse que havia brigado com o marido e o deixado caído no chão. Ela estranhou a situação, mas passou a noite com a mãe. Ao acordar, percebeu que ela havia saído.

Somente pela manhã, ao ir à casa da mãe, descobriu o que tinha acontecido. À polícia, ela disse que a mãe e o padrasto tinham o costume de brigar e que ele já havia ido embora de casa algumas vezes.

A filha disse, ainda, que a mãe estava enfrentando problemas psiquiátricos e que a havia encontrado em estado de transtorno há poucos dias. A suspeita estava desaparecida.

Nessa quarta-feira, a mulher se apresentou na Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). Ela foi ouvida pelo delegado Rogério Gomes e, a princípio, admitiu ter agredido o companheiro para se defender. No entanto, na sequência, negou o crime, afirmou ter problemas psicológicos e disse não se lembrar de detalhes do caso.

Após a prisão e o interrogatório, a investigada foi encaminhada para audiência de custódia, onde ficará à disposição da Justiça.

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