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Traficante é preso com carga de maconha avaliada em R$ 300 mil escondida debaixo da cama

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional apreenderam 66 quilos de substância análoga a maconha, na noite desta segunda-feira (8), em Rondonópolis. Na ação, um homem, de 32 anos, foi preso em flagrante por tráfico ilícito de entorpecentes.

Durante execução da Operação Tolerância Zero, a equipe da Força Tática recebeu informações, do setor de inteligência, sobre um possível local de armazenamento e tráfico de drogas em uma quitinete, no bairro Vila Operária.

Os policiais foram ao endereço informado e, ao se aproximarem, sentiram forte odor característico de droga vindo de uma das residências. A equipe fez abordagem e localizou o suspeito que foi detido. Questionado sobre a droga, o homem afirmou que o entorpecente estava escondido debaixo de uma cama. 

Os militares fizeram busca no local indicado e encontraram 64 tabletes de drogas, que totalizaram 66 quilos. Ainda em depoimento, o homem afirmou que havia retirado o material na rodoviária do município de Poxoréu e que faria a distribuição na cidade de Rondonópolis.

Diante do flagrante, ele recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais procedimentos.

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Juiz mantém prisão de pai que matou filha e PC apura possível violência sexual

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Conteúdo/ODOC – O juiz Juliano Hermont Hermes da Silva, da Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Várzea Grande, determinou a conversão da prisão em flagrante de Claudinei da Silva, de 42 anos, em prisão preventiva. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (8).

Claudinei é apontado como autor da morte da própria filha, Olga Beatriz Santos da Silva, de 12 anos, encontrada sem vida na tarde de domingo (7), em uma residência no bairro Serra Dourada, em Várzea Grande (a 8 km de Cuiabá).

As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontam que a menina foi morta por asfixia. Conforme o delegado Nilson Farias, responsável pelo caso, a força empregada durante o ataque provocou o rompimento de vasos sanguíneos da vítima, causando sangramento intenso.

Segundo a apuração policial, pai e filha haviam participado de uma confraternização familiar horas antes do crime. O encontro ocorreu em um clube da cidade para celebrar o aniversário do avô da menina. Durante a festa, Claudinei teria consumido grande quantidade de bebida alcoólica.

Em depoimento à polícia, o suspeito relatou que, ao chegar em casa, pegou o celular da filha para verificar mensagens trocadas em uma rede social. De acordo com o delegado, Claudinei afirmou ter se irritado ao encontrar conversas da adolescente com um garoto.

“Ele disse que foi repreendê-la e acabou a enforcando. Durante essa ação, houve o rompimento dos vasos sanguíneos do nariz, provocando sangramento. Depois disso, ele deixou a residência”, explicou Nilson Farias durante entrevista coletiva.

Após o crime, Claudinei fugiu do local. Horas depois, entretanto, procurou espontaneamente a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Várzea Grande, após orientação de um colega. Em seguida, foi encaminhado à DHPP, onde prestou depoimento e permaneceu detido.

A Polícia Civil informou que todas as circunstâncias do caso continuam sendo investigadas. Entre as linhas apuradas está a possibilidade de violência sexual contra a criança, hipótese que ainda depende da conclusão dos exames periciais e da coleta de outras provas.

Os investigadores também trabalham para esclarecer se a discussão envolvendo mensagens encontradas no celular da vítima foi o fator que desencadeou o crime.

O caso segue sob responsabilidade da DHPP.

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