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Max celebra avanço da aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de endemias

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a PEC 14/2021, que garante aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE), nesta quarta-feira (10).

A proposta prevê aposentadoria após 25 anos de contribuição e assegura paridade com os servidores da ativa. Agora, o texto segue para votação no plenário do Senado. Para ser aprovado em definitivo, precisará do apoio de três quintos dos parlamentares.

O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), lidera a pauta no Estado há mais de uma década. Por isso, comemorou o avanço da proposta, considerada uma das principais reivindicações dos profissionais da saúde básica.

“É uma categoria que está na ponta, visitando as casas e atendendo diretamente a população. Por isso, esses profissionais merecem reconhecimento e valorização”, afirmou Max.

Trabalho histórico em defesa dos ACSs e ACEs

Ao longo dos anos, Max liderou diversas iniciativas voltadas à valorização dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias. Como resultado, municípios mato-grossenses efetivarem a

as categorias pelo regime estatutário, garantiram o pagamento correto de insalubridade e piso salarial.

O deputado também foi o proponente da Câmara Setorial Temática (CST) dos ACSs e ACEs. Posteriormente, a iniciativa se transformou em uma Frente Parlamentar.

A partir desse trabalho, foi criado o curso Técnico em Agentes Comunitários de Saúde (TACS), com ênfase em Endemias. Entre 2021 e 2022, o programa formou gratuitamente 3.301 profissionais em Mato Grosso.

Outra conquista defendida por Max foi a criação do auxílio-alimentação para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. O benefício integra o programa Ser Família e garante um repasse mensal de R$ 200 aos profissionais.

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Mato Grosso

Otaviano Pivetta anuncia estudo para redução de despesas e enxugamento da máquina

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), anunciou, na tarde desta quarta-feira (21), um estudo para redução de despesas e enxugamento da máquina.

O chefe do executivo estadual afirmou que uma equipe de dez servidores de carreira trabalha na elaboração das medidas, que deverão ser apresentadas até o fim da próxima semana.

Entre os integrantes do grupo está a vice-governadora eleita Gisela Simona (União Brasil), que participa diretamente das discussões sobre a reestruturação administrativa. Gisela atualmente está lotada como assessora especial da Csa Civil.

Segundo o governador, o plano contemplará redução de gastos, contenção de despesas, modernização dos sistemas e simplificação dos processos de transferência de recursos aos municípios . A intenção é diminuir o peso do Estado sobre o contribuinte e tornar a gestão mais eficiente.

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