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Potência econômica, Rondonópolis precisa avançar na industrialização, diz presidente da Fiemt

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Evento organizado pela Casa da Indústria,  formada Sindimec Sul, Siar Sul MT e Sinduscon Sul MT,  reuniu empresários para debater o desenvolvimento do setor

Foto:Marcos Miraglia – Ascom Prefeitura de Rondonópolis

A necessidade de ampliar a industrialização de Rondonópolis foi o principal tema da 8ª edição do Café da Indústria, realizada nesta terça-feira (09.06). O encontro reuniu empresários, lideranças do setor produtivo, autoridades e contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel, e do prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira.

Durante o evento, Silvio Rangel apresentou um panorama econômico elaborado pelo Observatório de Mato Grosso, destacando que Rondonópolis segue como um dos principais pólos econômicos do estado. O município possui o segundo maior Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, com R$ 16,57 bilhões, e concentra uma das mais importantes estruturas logísticas do país, com o maior terminal ferroviário de grãos da América Latina.

Apesar dos avanços, os dados mostram que a participação da indústria na economia local tem permanecido praticamente estável nos últimos dez anos. Em 2016, o PIB industrial representava 26% da economia municipal. Em 2023, essa participação foi de 24%. No mercado de trabalho, a indústria respondia por 22% dos empregos formais em 2016 e passou para 20% em 2025.

“Rondonópolis é um dos grandes motores econômicos de Mato Grosso. Tem localização estratégica, infraestrutura logística diferenciada, grandes empresas instaladas e uma vocação natural para a industrialização. Mas os números mostram que precisamos avançar. A economia da cidade cresceu, porém a participação da indústria permanece praticamente no mesmo patamar há uma década. Precisamos transformar ainda mais nossa produção em produtos industrializados, agregando valor, gerando empregos de qualidade e aumentando a competitividade da região”, afirmou o presidente da Fiemt, Silvio Rangel.

Segundo os dados apresentados, Rondonópolis possui atualmente 1.361 indústrias, responsáveis por mais de 16,2 mil empregos formais. O setor industrial representa 24% do PIB municipal, índice superior à média estadual, e continua sendo um dos principais indutores do crescimento econômico local.

O prefeito Cláudio Ferreira destacou que a administração municipal tem trabalhado para criar um ambiente favorável aos investimentos, com foco na liberdade econômica, redução da burocracia e execução de projetos estruturantes.

“Nosso compromisso é criar as condições para que quem produz, investe e gera empregos possa crescer. Não aumentamos impostos, reduzimos burocracias, regulamentamos a Lei da Liberdade Econômica e estamos investindo em infraestrutura, educação, saúde e mobilidade urbana. Rondonópolis tem potencial para ser uma das cidades mais competitivas do Brasil e queremos construir esse futuro em parceria com o setor produtivo”, afirmou o prefeito.

Cláudio Ferreira também ressaltou a importância da articulação institucional para viabilizar investimentos estratégicos para o município, citando obras de infraestrutura, melhorias na saúde pública e ações voltadas à qualificação profissional como fatores fundamentais para sustentar o crescimento econômico nos próximos anos.

O Café da Indústria é um tradicional encontro de networking e debate promovido pela Casa da Indústria de Rondonópolis, vinculada à Fiemt. O evento reúne empresários, lideranças e autoridades para discutir temas relacionados ao desenvolvimento econômico, políticas públicas e oportunidades de negócios para a região.

A organização do evento é realizada pelos sindicatos que compõem a Casa da Indústria de Rondonópolis: Sindimec Sul; Siar Sul MT e Sinduscon Sul MT, além de diretores da Fiemt no município.

Texto: Ana Rosa Fagundes – Ascom Fiemt

Foto:Marcos Miraglia – Ascom Prefeitura de Rondonópolis

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Otaviano Pivetta anuncia estudo para redução de despesas e enxugamento da máquina

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), anunciou, na tarde desta quarta-feira (21), um estudo para redução de despesas e enxugamento da máquina.

O chefe do executivo estadual afirmou que uma equipe de dez servidores de carreira trabalha na elaboração das medidas, que deverão ser apresentadas até o fim da próxima semana.

Entre os integrantes do grupo está a vice-governadora eleita Gisela Simona (União Brasil), que participa diretamente das discussões sobre a reestruturação administrativa. Gisela atualmente está lotada como assessora especial da Csa Civil.

Segundo o governador, o plano contemplará redução de gastos, contenção de despesas, modernização dos sistemas e simplificação dos processos de transferência de recursos aos municípios . A intenção é diminuir o peso do Estado sobre o contribuinte e tornar a gestão mais eficiente.

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