Cultura

Orquestra Sinfônica do Recife homenageia pernambucano Petrúcio Amorim

Publicado em

Cultura

Arranjos orquestrais clássicos para o cancioneiro nordestino em pleno São João. Essa será a mistura que o público poderá conferir nos próximos dias na capital pernambucana.

A Orquestra Sinfônica do Recife realiza nesta terça (16) e quarta-feira, no Teatro Santa Isabel, dois concertos em homenagem ao cantor e compositor pernambucano Petrúcio Amorim. Já na quinta-feira, o repertório nordestino com roupagem orquestral da Banda Sinfônica do Recife faz a abertura do arraial junino do Sítio Trindade, um dos mais tradicionais da capital.

Os concertos no Teatro Santa Isabel, são gratuitos e os ingressos já estão disponíveis no site ingressossantaisabel.recife.pe.gov.br.

As apresentações, que começam a partir das 20h, serão divididas em quatro partes. “Suíte dos Desenhos de Milena”, de Hudson Nogueira, “Bachianas Brasileiras Nº 1”, de Heitor Villa-Lobos, “Suíte Dominguinhos” celebrando o repertório do sanfoneiro e “Suíte Petruciana”, que passeará pelo repertório do homenageado da noite, Petrúcio Amorim.

Já na apresentação da quinta-feira, no polo junino do Sítio Trindade, os músicos da Banda Sinfônica do Recife contarão com as participações da Rainha do Forró e agora Doutora Honoris Causa da Universidade Federal de Pernambuco, a cantora e compositora Anastácia, e a atriz e cantora potiguar, Juliana Linhares. O show começa às 19h.

Fundada em 1930, a Orquestra Sinfônica do Recife é a mais antiga do gênero no Brasil em atividade ininterrupta. Já a Banda Sinfônica do Recife foi fundada em 1958.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cultura

Museu das Amazônias, em Belém, reabre trazendo a diversidade da região

Publicados

em

Depois de sete meses fechado, o Museu das Amazônias reabriu nesta quarta-feira (4), em Belém, com duas exposições gratuitas. O espaço, que fica no Complexo Porto Futuro, foi inaugurado em outubro do ano passado, como parte do legado cultural da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que foi sediada na capital paraense.

A diversidade amazônica é o tema da mostra “Amazônias no Plural”, que ocupa o térreo do museu. O percurso da exposição acompanha o corpo de uma serpente em seis ambientes que retratam o surgimento do território, e a relação entre passado, presente e futuro. Entre as obras está a instalação “Diversidade como Essência” da artista visual Roberta Carvalho. Ela conta que o trabalho entrelaça natureza e seres humanos.

“É uma instalação imersiva em 360 graus onde você tem projeções que são realizadas nas paredes e no piso. Ao centro dessa instalação você tem um móvel de Miritim. Você tem ali um vídeo que conta essa história desde o momento em que um grande asteroide atinge a Terra, passando pela formação desse terreno, contando a história da nossa diversidade de espécies, mostrando muitas imagens de povos, de florestas, de cidade”.

Uma das curadoras da exposição, Joice Ferreira, comenta o processo de escuta que resultou na celebração do território amazônico e de todos os seus povos.

“Houve um processo de escuta com diferentes organizações e representantes de vários países amazônicos, não foi apenas do Brasil, para identificar quais são as histórias que mereciam ser contadas, a perspectiva, como deveria ser o museu. Então foi todo um processo muito importante de escuta para trazer realmente esse olhar e a perspectiva amazônica”.

O artista marajoara Ronaldo Guedes criou um painel que se conecta com a memória e a ancestralidade da cerâmica de outra região do Pará, a Ilha do Marajó.

“Essa obra é muito da cosmologia indígena, que é a cobra-canoa que traz a argila e distribui nas comunidades para que os indígenas pudessem produzir cerâmica. São vários fragmentos que vão se juntando que eu dediquei de fato a todas as pessoas que vieram antes de mim, que produziram cerâmica”.

Além da mostra de longa duração, também foi inaugurada a exposição temporária “Água, Pantanal, Fogo”, com fotografias de Lalo de Almeida e Luciano Candisani, com imagens que denunciam a crise climática. O curador Eder Chiodetto destaca os trabalhos dos fotodocumentaristas.

“A gente consegue fazer um contraponto entre a pulsão de vida e a pulsão de morte no Pantanal, ilustrada pelas imagens do universo subaquático feitas pelo Luciano, que mostram a magnitude da potência de vida do Pantanal, em contraponto aos incêndios criminosos que assolam o território, pra gente criar uma consciência a partir dessa fricção”.

O Museu das Amazônias fica aberto de quinta a terça-feira, das 10h às 18h. A entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA