Polícia

Casal de VG é flagrado recebendo pelos Correios R$ 38 mil em produtos de harmonização facial vindos de golpe

Publicado em

Polícia

Um casal de 25 anos foi preso em flagrante pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG) no momento em que recebia uma carga de produtos para harmonização orofacial avaliada em R$ 38 mil.

A mercadoria é fruto de um golpe aplicado contra uma distribuidora de Ponta Grossa (PR). A prisão ocorreu hoje (16), no bairro Construmat, em Várzea Grande, durante uma ação conjunta com a Polícia Civil do Estado do Paraná (PCPR).

O esquema foi descoberto depois que a representante da empresa lesada procurou a polícia paranaense. Ela relatou que vendeu os produtos para um homem que utilizou a identidade de um médico real, alegando morar em Goiás, mas solicitou a entrega em Várzea Grande.

Dias depois, a empresa entrou em contato com o verdadeiro médico, que negou ter feito a compra e alertou que seu nome já vinha sendo usado por criminosos em Mato Grosso.

 

Ao ser notificada, a equipe da DEE-VG monitorou o endereço e flagrou o momento em que a mulher recebeu os pacotes enviados pelos Correios.

dentro da residência, os policiais prenderam o companheiro dela e localizaram duas caixas de isopor lacradas com os produtos estéticos.

Durante a varredura no quarto do casal, foram apreendidas duas munições de fuzil calibre 7.62, de uso restrito. Em uma edícula nos fundos, os agentes ainda encontraram tabletes e porções de maconha prontas para a comercialização.

WhatsApp Image 2026-06-16 at 14.26.15.jpeg

O casal foi autuado em flagrante por receptação, associação criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de munição de uso restrito e por integrar organização criminosa.

De acordo com o delegado coordenador do Núcleo de Inteligência da DEE-VG, Ruy Guilherme Peral, a soma das penas máximas para os crimes cometidos pelos suspeitos pode chegar a 42 anos de reclusão.

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Homem que matou ex após vê-la abraçada com outro é condenado a 16 anos de prisão

Publicados

em

O Tribunal do Júri de Nova Xavantina (a 645 km de Cuiabá) condenou, nesta terça-feira (20), Adailton de Souza Alves pelo feminicídio de Maria José Pereira da Silva. O Conselho de Sentença acolheu integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), reconhecendo as qualificadoras de motivo fútil, recurso que dificultou a defesa da vítima e o crime praticado em contexto de violência doméstica. 

A pena foi fixada em 16 anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado. A acusação em plenário foi sustentada pelo promotor de Justiça Fábio Rogério de Souza Sant’Anna Pinheiro. No fim da sessão, a Justiça expediu mandado de prisão contra o condenado, que participou do julgamento por videoconferência e é considerado foragido. 

Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu em setembro de 2017. Na ocasião, o acusado foi até a casa da vítima, com quem havia mantido um relacionamento afetivo e de quem estava separado. Maria José fazia a limpeza do quintal quando foi surpreendida por Adailton, que sacou uma arma de fogo e atirou contra ela. 

A perícia constatou que o disparo atingiu o tórax da vítima e atravessou o coração, causando a morte dela. Depois do crime, o réu fugiu de motocicleta. Em seguida, passou na casa de um amigo, seguiu para o município de Campinápolis e descartou a arma utilizada no homicídio durante o percurso. 

Segundo o Ministério Público, o assassinato foi motivado por ciúmes e pela inconformidade do acusado com o fim do relacionamento. Dias antes do crime, ele teria visto Maria José abraçando outro homem em um estabelecimento comercial pertencente à filha dela. Para a acusação, essa circunstância demonstrou a motivação fútil do homicídio e evidenciou o contexto de violência de gênero. 

A denúncia também apontou que a vítima não teve qualquer possibilidade de defesa. Ela foi atacada de forma repentina enquanto realizava atividades domésticas, sem tempo para reagir ou buscar proteção. Essas circunstâncias levaram o Ministério Público a sustentar a qualificadora de recurso que dificultou a defesa da vítima, tese reconhecida pelos jurados durante o julgamento.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTES

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA