Cuiabá
Prefeitura de Cuiabá convoca médicos e engenheiro civil para reforçar rede municipal de Saúde
Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), publicou na edição suplementar da Gazeta Municipal desta sexta-feira (19) dois editais de convocação de candidatos aprovados em processos seletivos simplificados para reforçar a estrutura da rede pública de saúde da capital.
Ao todo, foram convocados cinco médicos clínicos gerais para atuação na Atenção Primária à Saúde (APS) e um engenheiro civil, profissional que irá contribuir com as demandas de infraestrutura, manutenção e execução de obras nas unidades de saúde do município.
Os médicos convocados fazem parte do Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026/SMS, destinado à contratação temporária e formação de cadastro de reserva. Já o engenheiro civil integra o cadastro de reserva do Processo Seletivo Simplificado nº 003/2025/SMS.
Os candidatos deverão apresentar a documentação exigida a partir da próxima segunda-feira (22), por meio do Protocolo Virtual (SIGED) da Secretaria Municipal de Saúde ou presencialmente na Diretoria de Gestão de Pessoas da pasta. O prazo para entrega da documentação é de 15 dias.
Após a apresentação e validação dos documentos, os convocados terão até 48 horas para se apresentar na unidade designada e iniciar as atividades. O não cumprimento dos prazos implicará eliminação do processo seletivo, permitindo a convocação dos candidatos subsequentes, conforme a necessidade da administração municipal.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destacou que as convocações fazem parte do planejamento da gestão para fortalecer a assistência prestada à população.
“Estamos trabalhando para recompor nossas equipes e garantir uma rede cada vez mais estruturada, tanto na assistência direta à população quanto na manutenção e ampliação da infraestrutura das unidades de saúde. Essas convocações representam mais um passo no compromisso da gestão em oferecer um atendimento de qualidade aos cuiabanos”, afirmou a secretária.
Os editais completos, contendo a relação dos convocados e a lista de documentos exigidos, estão disponíveis na edição suplementar da Gazeta Municipal publicada nesta sexta-feira (19).
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Cuiabá
“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
O senador Wellington Fagundes (PL), candidato ao Governo de Mato Grosso, rebateu a tese de que a Operação Heritage teria sido deflagrada por razões eleitorais e afirmou que as suspeitas envolvendo o acordo de R$ 308 milhões entre o Estado e a operadora Oi já eram discutidas antes do atual período eleitoral. Durante discurso no plenário do Senado, nesta quarta-feira (12), Wellington afirmou que as denúncias já haviam sido levadas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado e que sua atuação no colegiado foi justamente no sentido de cobrar o encaminhamento das suspeitas aos órgãos de controle.
“E não venham dizer que isso é denúncia apenas eleitoreira, porque isso foi feito lá atrás, e nós nunca acusamos. Nós só pedimos as investigações”, afirmou.
Segundo o senador, o calendário eleitoral não pode ser utilizado como argumento para impedir ou retardar investigações de possíveis irregularidades.
“Como se alguém que roubasse durante a campanha não pudesse ser investigado. Isso é um absurdo”, declarou.
A Operação Heritage foi deflagrada pela Polícia Federal no dia 6 de agosto, após autorização do Supremo Tribunal Federal, para investigar suspeitas relacionadas ao acordo firmado entre o Governo de Mato Grosso e a Oi. A investigação apura a possível movimentação irregular dos recursos por meio de fundos e empresas e analisa possíveis crimes como peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.
Wellington também aproveitou o discurso para direcionar críticas ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), seu adversário na corrida pelo Palácio Paiaguás. O senador questionou a tentativa, segundo ele, de Pivetta se desvincular das decisões e resultados da gestão de Mauro Mendes, da qual foi vice-governador por mais de sete anos.
“O atual Governador, que foi por sete anos e pouco Vice-Governador, disse que não sabia, não acompanhou, sendo que, uma semana atrás, ele dizia que tudo o que aconteceu no Governo durante esses sete anos e pouco foi mérito dele também. Agora começam as denúncias e já quer se esquivar”, afirmou.
A declaração ocorre em meio ao impacto político provocado pela Heritage dentro do grupo que apoia a candidatura de Pivetta. Fábio Garcia deixou a disputa pela vice-governadoria após ser atingido pelas medidas determinadas na investigação e Gisela Simona foi anunciada para ocupar a vaga.
O senador afirmou que já havia tratado das relações envolvendo o Banco Master, empresas e pessoas ligadas ao acordo com a Oi durante a CPI do Crime Organizado. Segundo ele, a cobrança era para que eventuais suspeitas fossem formalmente investigadas.
“Fiz questão de alertar naquele momento que Mato Grosso precisa de resposta, que não poderia terminar apenas em discussão política, muito menos sem uma conclusão. Por isso, como líder do bloco Vanguarda, lá na CPI eu cobrava que a comissão enviasse aos órgãos de controle”, afirmou.
O senador também citou o depoimento do ex-governador Pedro Taques (PSB) à CPI, realizado em março, e disse ter alertado o ex-governador para que a comissão não fosse utilizada como palanque eleitoral.
“Disse a ele que esperava que ali não fosse transformado num palanque”, assinalou.
Wellington também defendeu que as investigações avancem para esclarecer eventuais prejuízos aos servidores públicos. No Mato Grosso, contratos relacionados a empréstimos consignados do Banco Master também são alvo de apuração.
“Teve servidores públicos que ficaram endividados e suicidaram. Não tem maldade maior que se possa fazer”, declarou.
Ao comentar a atuação da Polícia Federal, o senador afirmou que o trabalho realizado até agora é robusto, mas ressaltou que a responsabilidade final caberá à Justiça.
“Isso tudo está comprovado pela Polícia Federal e, claro, vai ter o julgamento final”, afirmou.
Wellington ainda rejeitou acusações de que adversários políticos teriam atuado para provocar a operação.
“Não dá pra querer dizer que tudo isso foi feito por influência política”, disse.
A Operação Heritage segue em andamento. Os investigados ainda terão direito à defesa e não há, até o momento, condenação judicial em relação aos crimes apurados.
-
Mato Grosso5 dias atrásZé Neto & Cristiano e Murilo Huff reúnem mais de 80 mil pessoas na Exposul 2026
-
Primavera do Leste6 dias atrásDia dos Pais: Procon de Primavera do Leste alerta sobre golpes, falsas promoções e compras por impulso
-
Polícia6 dias atrásSaiba quem é o empresário preso por desviar quase 200 toneladas de soja em MT
-
Mato Grosso4 dias atrásCláudio impulsiona a maior Exposul de todos os tempos com público de 90 mil pessoas
-
Mato Grosso6 dias atrásPresidentes de entidades visitam a 52ª Exposul e exaltam a organização do evento
-
Primavera do Leste4 dias atrásCobertura de placas de obras durante período eleitoral é prevista em lei; Prefeitura esclarece circulação de imagens nas redes sociais
-
Mato Grosso6 dias atrásCONQUISTA IMPORTANTE: Após derrubar veto, Dr. João garante lei que estadualiza estrada entre Cáceres, Lambari D’Oeste e Barra do Bugres
-
Entretenimento3 dias atrásDitado Produções supera expectativas e Exposul 2026 bate recorde histórico de público em Rondonópolis











